... na vida de um gigante
Em Liliput, uma pequena cidade medieval, existia um castelo, uma igreja e casas, tudo dentro de uma muralha e dentro desse local haviam centenas de homens minúsculos chamados liliputianos. Um desses habitantes é chamado Eduardo, que é a personagem principal desta história. Ele é um explorador que tem cabelo castanho escuro, olhos azuis e 12cm de altura e, um dia, decidiu embarcar numa aventura , levando o seu barco.
Então, ele navegou vários dias até avistar uma ilha deserta com árvores do tamanho de prédios, ervas do tamanho de casas e resolveu ir inspecionar aquele estranho sitio. Desceu do barco, foi ver o que se escondia lá e, enquanto caminhava por entre as ervas, ouviu um barulho estranho que parecia um inseto a pegar-se a uma teia de aranha. Foi verificar se era alguma coisa e, naquele momento apareceu uma aranha enorme que tentou apanhá-lo para o comer. Cheio de medo, fugiu rapidamente cada vez mais para dentro da ilha. De repente, surgiu uma formiga monstruosa que o capturou e o levou para o formigueiro. Durante o percurso, passaram por vários túneis escuros, até que chegaram ao armazém da comida onde a formiga o jogou para cima de bocados podres de fruta. Em frente ao armazém, havia duas formigas que pareciam ser guardas e, rapidamente, o Eduardo pensou num plano elaborado para escapar, atirando uma peça de fruta para dentro do túnel para os distrair e correu o mais depressa possível para fora daquele sítio estranho.
De volta ao seu barco, decidiu regressar, novamente, para Liliput e descobriu que a vida de explorador era demasiado perigosa para ele.
... Ricardo N. » 6.ºC


... na vida de uma formiga
Este texto que eu vou compor fala sobre um liliputiano que tem um dom de nascença. Esse dom faz com que este minorca consiga entrar na vida de qualquer pessoa, o que faz a diferença. Esse liliputiano gosta muito de navegar,
ele e os seus amigos concordaram ir a Inglaterra
para a conhecer.
Numa noite escura, houve uma tempestade e a
trajetória do barco mudou, o que fez com que eles fossem parar a uma terra que naquela altura se chamava Portugal, era habitada por um povo forte, conquistador e meigo.
O liliputiano e os seus amigos ficaram muito assustados, pois, bem, Portugal era meigo com as pessoas que não lhes faziam mal.
Aí, o liliputiano usou o seu poder e fez com que entrasse na vida de um português e mencionou que a sua vida era muito diferente da de um liliputiano.
No final desta aventura, digo-vos que ele se sentia mais alto, mais forte e que a roupa lhe ficava muito larga, enquanto a dos liliputianos era mais apertada.
... Dinis M. » 6.ºF

... na vida de um ser humano
Num dia de Natal, na aldeia dos liliputianos chamada "Liliputiandia", fazia-se muitas viagens, pois existiam várias famílias a se juntarem.
O aeroporto dos “aviões de papel” estava completamente superlotado. Um liliputiano, chamado João, ia num dos aviões, que tinha como destino “Lilliputinácia”. Já estavam todos a entrar no “avião de papel” e tinham os cintos postos. Eram 10:00 da manhã quando partiram, estavam a uns três metros de altura e o céu estava limpo, não havia nem um bocadinho daquilo que os liliputianos chamavam de algodão doce dos deuses e também havia vento suficiente para empurrar o “avião de papel”. A viagem estava a correr como planeada, até que passou um pássaro e comeu um pouco do papel de que o
avião era feito. O avião não estava em condições de
voar, por isso cerca de 5 segundos depois, o avião despenhou-se. Houve várias pessoas a ficarem feridas, mas não foi nada de grave. O João avistou um “liliputiano enorme” dizia ele. O rapaz ficou muito assustado mas, ao mesmo tempo, curioso, por isso, decidiu aproximar-se. O João disse que o “liliputiano enorme” quase o esmagou sem querer. Assim que ele reparou no João, pensou que ele era algum boneco do seu filho que havia ficado ali esquecido. Ofereceu-lhe, então, e o João ficou completamente parado com muito medo. O filho não reconheceu o “boneco”, mas mesmo assim ficou com ele, pois podia já não se lembrar. Assim que o filho foi para o seu quarto brincar com o “boneco”, apercebeu-se que ele se tinha mexido e muito curioso decidiu apertá-lo um pouco para ver se ele tinha vida. Quando o rapaz fez isso, ouviu-se uma voz baixa, mas aguda a gritar.
No final da história e, logo que o menino se apercebeu que o boneco tinha vida, a partir desse dia, o João passou a ser o seu “boneco” preferido e guardou o segredo só para si e para sempre.
... João B. » 6.ºF

... na vida de uma formiga
Era uma vez um reino muito pequeno habitado pelos liliputianos. O Rey era caçador, ele tinha ido à floresta encontrar um animal para poder caçar. Espantado, afirmou;
- Isto é muito estranho, sempre que venho a este sítio há animais.
Já era de tarde e ainda não havia comida, o Rey encontrou uma formiga e disse:
- Olá amiguinha, por acaso não viste por aqui animais?
A pobre formiga começou a fugir, porque atrás do Rey estava um gigante.
- Não fujas, eu não te faço mal.
- GIGANTE!!!!
- Não, eu não sou gigante.
- Olha para trás de ti.
- Oh, meu Deus, é mesmo grande!
- Anda, nós temos abrigo.
- Obrigado.
O Rey estava um pouco confuso, pois desconhecia para onde estava a ir e, quando chegaram, a formiga entrou rapidamente para o formigueiro. O Rey não era suficientemente pequeno para conseguir ir para o interior, começou a gritar para o formigueiro:
- Amiga, eu não consigo entrar!
- Porquê?
- Eu sou maior que o buraco.
Então, a formiga foi buscar reforços para o abrir.
Quando o Rey estava dentro do formigueiro, exclamou:
- Como é que vocês conseguem viver assim todas em cima umas das outras?
- Nós habituamo-nos.
Assim que o gigante se foi embora, já ficou mais descanado.
- Isto explica não haver animais, pois ficaram com medo.
Quando o Rey voltou ao reino de Liliput, o Henry foi logo ter com ele e disse:
- Onde te meteste?
- Eu escondi-me de um gigante num formigueiro, mas essa história fica para outro dia, preciso de descansar.
Este foi o dia do Rey, o liliputiano na vida de uma formiga.
... Afonso » 6.ºG

... na vida de Gulliver
Na manhã em que Gulliver estava preso o chefe dos liliputianos mandou darem-lhe uma poção mágica para diminuir de tamanho e assim ser mais fácil combatê-lo.
Entretanto, aconteceu um pequeno acidente e o Eric, o pigmeu que levou a poção, trocou-a e, em vez de entregar a que diminuía, levou aquela que trocava de vida então Gulliver passou a ser Eric, mas ele não gostou nada, pois estava cheio de flechas. Por mais que dissesse aos colegas, eles não acreditavam e nessa noite Eric contou a Gulliver a receita da poção mágica e assim voltaram a trocar de vidas. O liliputiano conseguiu convencer o rei a libertar o pobre gigante Gulliver.
No final de mais uma aventura, Gulliver
regressou a casa com a ajuda dos liliputianos.
... Leonor » 6.ºG

Num tempo muito à frente de nós, existia um liliputiano chamado Óscar que não tinha amigos, mas ele gostava de ter um.
Certo dia, o Óscar andava a passear, por uma floresta bela e grande e viu um arbusto a mexer. Nesse momento, decidiu aproximar-se, quando reparou noutro liliputiano que observava o que se passava e os dois repararam que estava uma fada
presa nos ramos
e o outro
liliputiano, que já
estava lá quando o Óscar
chegou ao arbusto, disse que não a iria ajudar e foi-se embora. O Óscar ajudou a fada e ela disse que lhe concedia um desejo.
O Óscar pediu para ele e a fada serem amigos e ela aceitou.
A partir desse dia, eles ficaram os melhores amigos e o outro liliputiano aprendeu que se deve sempre ajudar toda a gente.
... Lilia » 6.ºG

... na minha vida
Desde que me lembro que o Zé vive connosco, não sei de onde veio, só sei que tem a minha idade e a altura do meu irmão de três anos.
Crescemos e vamos à escola juntos, mas o Zé é bem mais pequeno que eu. Ele e o meu irmão usam o mesmo tamanho de vestuário e calçado. Para chegar às coisas mais altas, tem de usar o banquinho que o meu irmão usa, até mesmo para lavar os dentes.
Os nossos pais dizem que o Zé veio de uma ilha chamada Liliput e eles acham que, nessa ilha, todas as pessoas são do tamanho do Zé, mas não têm a certeza.
Eu e o Zé temos procurado livros e documentos sobre a ilha e a única coisa que encontrámos na biblioteca foi um livro chamado “As viagens de Gulliver” onde conta a história de um médico aventureiro que naufragou e foi levado pela maré até essa ilha. Pela descrição feita no livro dos habitantes dessa ilha, as suas características eram muito idênticas às do Zé.
Temos curiosidade pela sua diferença, mas não modifica o que sentimos por ele. Ele é um irmão para mim e um filho para os meus pais.
... Martim G. » 6.ºF

... na vida de um gigante
Era uma vez de uma terra longínqua, um liliputiano chamado Libernac que desejava ser gigante, porque achava que a vida seria mais fácil. Ele pensava que ao ser gigante podia: trabalhar mais em menos tempo ser o mais forte, adorado por toda a gente, correr muito rápido, conseguir ver lindas paisagens lá do alto,
Certo dia, foi para o campo trabalhar, no meio do caminho encontrou uma fada madrinha e pediu-lhe o seu grande desejo que era ser gigante. Foi todo feliz para casa tendo grandes expectativas.
Não foi como ele pensava. Quando chegou a casa, todos o trataram mal, além disso não conseguia entrar em casa, pois era gigante para a sua pequena casa. Teve que ir dormir para debaixo de uma árvore, onde dormiu cheio de frio pois não havia nada para o cobrir. Ninguém queria conviver com ele, tentou brincar com os amigos, mas acabava sempre por magoá-los, não tinha trabalho e não tinha dinheiro para comprar toda a comida que precisava, porque tinha uma fome insaciável.
Apercebeu-se que ser gigante era horrível. Foi o mais rápido possível implorar à fada madrinha para voltar a ser o que era antes. A fada madrinha tornou o seu desejo possível novamente.
O Libernac parou de viver infeliz e passou a dar valor a tudo o que tinha.
... Lucas » 6.ºG

... na vida de ...
Há cerca de trinta anos, vivia numa cidade chamada Portugalícia (uma mistura de português com espanhol) um liliputiano.
O nome dele era André, ele era meio solitário,
mas ele era feliz e não demorou muito para fazer
amigos. Ele era muito amigável, mas era muito
pequeno mesmo, era o liliputiano mais pequeno
que já existiu alguma vez.
Então, ele era muito gozado pelos liliputianos, mas ambos eram pequenos e ele sabia disso, mas sofria muito por ser o mais baixo do mundo, Por ser muito gozado, começou a usar medicamentos para melhorar a autoestima, mas esses remédios também lhe davam altura e com os tempos ficou o maior liliputiano, mas continuava a ser gozado. Desta vez era por ser o mais alto e isso deixou-o muito em baixo.
No final desta história, sabemos que houve liliputianos
que começaram a deixar o André feliz e, passados
vinte e seis anos, o André passou a ser respeitado
por todos!
... João N. » 6.ºG

... na vida de um homem grande
Num belo dia de Verão, em Lilliput, Gulliver estava a despedir-se dos seus queridos amigos Liliputianos, pois estava na altura de voltar a casa. Quando se preparava para entrar no barco,
sentiu que algo o agarrava como se de uma lapa
se tratasse. Gulliver vira-se e vê que a lapa,
agarrada à sua perna, não passava de um Liliputiano
que queria ir com ele. Disse-lhe que era muito perigoso por ser demasiado pequeno para viver num mundo de homens grandes. Gulliver, com pena, deixa-o embarcar. Como a viagem se tornou aborrecida, rapidamente eles começaram a conversar. O pequeno Liliputiano disse que se chamava Jerónimo, e que era o irmão mais novo de uma família de 101 filhos, e que, como os Liliputianos eram pequenos, em cada gravidez podia-se dar à luz até 40 bebés. Como ele era o número 101 não conseguira herdar nada dos pais, nem campos de agricultura, nem moinhos, etc., mas de todos ele era o mais aventureiro. Para lhe responder, Gulliver decide falar mais sobre o mundo dos homens grandes. Começou por dizer que lá se definem as pessoas pelo tamanho.
Ainda assim, Jerónimo não desistiu, pois para além de aventureiro era teimoso. Ele não percebia a razão de o tamanho importar tanto e não a sua forma de ser.
... Mª Rosendo » 6.ºG

... na vida de um dragão
Lá estavam eles, os míticos e microscópicos
liliputianos. Andavam a correr de um lado para o outro com a visita de um gigante da ilha dos Gigânticos, alguns estavam tão apavorados que pegaram nos seus pequenos barcos de papel e saíram da sua ilha. Um deles chamava-se Lilian, é uma liliputiana que, como todos os outros, só queria fugir daquele sítio o mais rápido possível, mas ela estava tão assustada que nem se apercebeu que tinha ido para á ilha dos dragões. Ela não ia sair da sua ilha cheia de medo para agora entrar noutra ilha e ficar ainda com mais medo, por isso, quando se apercebeu onde estava quis abandonar o local. Nesse momento viu uma sombra de um dragão enorme e ficou paralisada, com medo, até que viu o que a estava a fazer. Entretanto, viu que era um pequeno dragão, mas, mesmo assim, continuava a ser muito maior que a Liliana e isso assustava-a. Quando a Lilian ia começar a fugir o dragão perguntou-lhe:
- Olá, estás perdida? – questionou o dragão.
- Sim – respondeu timidamente a Lilian.
- Eu ajudo-te não te preocupes.
- Obrigada – agradeceu.
- Como te chamas? Eu sou o Dragomir, mas podes tratar-me por Drago – informou. - Eu sou a Lilian – respondeu.
- Porque estás aqui? – interrogou
- A minha ilha foi invadida por um gigante. Será que posso ficar aqui até o gigante sair de lá? - Claro
Após ter conhecido a sua nova amiga, o Drago decidiu apresentá-la ao resto da ilha, mas, quando as apresentações terminaram, o Drago e a Lilian reparam que todos estavam a fugir e a gritar “socorro”. Nesse momento perceberam o motivo era os gigantes estarem a invadir a ilha dos dragões. O Drago percebeu que eles não estavam a fazer nada de mal e após falar com eles, descobriu que a ilha Gigânticos estava destruída e que os gigantes andavam de ilha em Ilha à procura de alguém que os pudesse ajudar. Então, ao ouvir aquilo, a Lilian e o Drago foram à procura de uma ilha nova, procuraram e procuram, mas só encontraram ilhas muito pequenas. Assim a Lilian teve a ideia de os liliputianos se mudarem para aquelas ilhas e os gigantes se ficarem com a ilha dos liliputianos. Algum tempo se passou, as mudanças foram feitas e os gigantes, os liliputianos e os dragões passaram a conviver mais uns com os outros.
A partir desse dia todos aprenderam que não se deve julgar um livro pela capa, mas sim pelo seu conteúdo.
... Mariana S. » 6.ºG

... na vida de um barbeiro
Na cidade de Liliput, eu conheci cidadãos que tinham variadas profissões, mas dos sujeitos, chamado Manuel, era um barbeiro muito conhecido na cidade.
Num dia normal como todos os outros, apareceu
um tal de Gulliver na sua barbearia, mas tinha um
porém, ele era gigante na sua visão dele.
Então, teve de se cortar a barba fora da
barbearia. Começaram a cortá-la a barba com dificuldade
por causa do tamanho do homem. Na sua visão, a barba de Gulliver parecia uma floresta e teve de a cortar fio a fio e enquanto o Guliver falava com o Manuel tinha a sensação de estar em um cismo.
Quando terminaram a barba, já tinha passado um mês e o Gulliver, com cara de receio, pergunta:
- Pode-me cortar o cabelo, porque está um pouco grande para o meu gosto?
No final do dia, depois de cortar o cabelo do cliente e, com falta de paciência o sr. Manuel, decidiu fechar a barbearia, porque já estava uma fila de perto de uns quinhentos liliputianos.
... Vicente A. » 6.ºG


... na vida de um gigante
Há muitos e muitos tempos, um liliputiano decidiu passar a barreira para a terra dos gigantes. Esta criaturinha já tinha ouvido histórias muito assustadoras para lá da barreira, mas, mesmo assim, decidiu saber a verdade sobre o reino dos gigantes e ultrapassou-a.
Ao passar para o outro lado sentiu um tremor de terra, mas, quando olhou para o seu corpo e percebeu que se tinha tornado num deles e ficou preocupado. Ele tentou regressar à sua terra, mas um grupo de crianças passou a correr
e o Liliputiano foi arrastado por elas. Foram parar
à praça onde iria haver um discurso do rei dos
gigantes.
O chefe começa a falar e antes que o rei terminasse o discurso, liliputiano, que se tinha tornado gigante, começou a contrariar.
O liliputiano afirmava que o reino deles não era como os gigantes o achavam. Nesse momento o liliputiano voltou a ser pequenino e regressou à sua terra.
Desde então, os gigantes e os liliputianos tornaram-se grandes companheiros.
... Mariana V. » 6.ºG

... na vida de um gigante
Num belo dia, estava eu na casa de um amigo que era Liliputiano.
Então, ele começou a contar-me sobre um sonho que teve na noite anterior no qual acordou numa nuvem.
A mão dele era a de um gigante. O corpo e os
pés também eram gigantes e foi aí que ele percebeu
que era um gigante e entrou numa casa que era umas
quinhentas vezes maior que a sua.
Após lá estar, viu que era tudo diferente, além de ser muito maior!
Os gigantes comiam de uma forma diferente. Quando acabou de observar a casa, saiu dela, tentou descer das nuvens, mas acordou.
Achei muito interessante este sonho, pois era um minorca na vida de um gigante!
... Constantino A. » 6.ºC













