Este texto foi elaborado no âmbito de uma oficina de escrita, após a análise de um excerto da obra «O Mundo em que Vivi», de Ilse Losa.

Depois de muito chorar e de muitas vezes se agarrar ao avô, Rose acabou por, muito desgostosamente, aceitar regressar a casa dos pais.
Após uma longa viagem de carro com o pai que era um homem alto, bem vestido e bem educado, acabaram por chegar à casa dos pais.




Quando chegaram, Rose foi logo recebida pela sua mãe, que era uma senhora, também alta, modestamente vestida. Tinha o cabelo encaracolado e mostrou-se sorridente.
A casa, à primeira vista, parecia um pouco menor do que a dos avós. A entrada assemelhava-se à entrada da casa dos avós, mas tinha as paredes pintadas de amarelo claro, alguns móveis em madeira de pinho e tinha três portas e também uma grande escadaria.
A porta, à direita, dava para uma grande sala de jantar, que era talvez a maior divisão da casa. Era iluminada apenas por um pequeno candeeiro durante a noite e de dia tinha duas janelas que iluminavam a ampla divisão. A sala tinha também uma grande mesa, com oito cadeiras e alguns quadros que pareciam antiquíssimos.
A porta em frente dava para a sala de estar, com uma grande televisão, um pequeno sofá e um cadeirão. A sala de estar tinha um tapete muito bonito que parecia ser obra da sua mãe, realizada no antigo tear de família.
A terceira porta dava para a cozinha, que tinha alguns eletrodomésticos que Rose nunca tinha visto.
Em cima, ficavam os quartos; ao todo, eram três quartos e eram todos pequenos, mas acolhedores, com móveis coloridos e com uma janela enorme, em cada um deles, por onde entrava muita luz.
Rose descobriu que a casa tinha também um pequeno jardim com algumas frutas e legumes.
Rose começou a escrever cartas todos os dias aos avós a relatar todas as aventuras que realizava na sua nova casa e na sua "nova vida".
Rose acabou por gostar da mudança, pois arranjou novos amigos, mas nenhum se comparava ao amigo avô...





Por isso, depois de algumas conversas com os pais, acabaram por chegar a um acordo, que consistia em Rose ir pelo menos uma vez por semana a casa dos avós para os visitar e matar saudades daquela bela terra. A terra que a viu crescer, iluminada e campestre, totalmente o contrário da nova casa, situada no meio da cidade, onde parecia tudo mais sombrio, agitado e movimentado.
Com isto, Rose ficou muito feliz e esperava, durante a semana toda, que chegasse o dia de se pôr no carro preto e partir para junto do avô...
Fim
Escola Básica Infante D. Henrique
Ano letivo 2021 - 2022
Autor: Francisco Fernandes Moreira
Turma: 8.ºF
Número: 3

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