
A BOMBÁSTICA HISTÓRIA DO DETETIVE RODRIGO
Numa bela noite de lua cheia, o detetive Rodrigo estava sentado na sua casa, a escrever um relatório para o seu trabalho.
Ele era uma figura alta, com cabelo preto e muito musculado. Era inteligente e muito ágil, sempre preparado para a ação.
De repente, o detetive ouviu um barulho vindo do exterior, que parecia um grito. Foi à janela e viu uma pessoa ser assaltada na rua, por alguém mascarado.
Rodrigo pegou na sua arma e desceu as escadas muito rapidamente. Quando chegou ao local, foi recebido com um tiro para o ar e o assaltante fugiu apressadamente.
O detetive Rodrigo dirigiu-se à vítima do assalto que estava assustada.



A menina tinha olhos verdes, cabelo encaracolado e ruivo. Estava cheia de hematomas e muito preocupada, pois tinha-lhe roubado a chave do seu local de trabalho, o Banco Ricardinho.
- Minha menina está bem? – perguntou Rodrigo, preocupado.
- Não, não estou nada bem! Roubaram-me a chave do meu trabalho, o Banco Ricardinho!
- Menina… Inês - disse Rodrigo, olhando para o cartão de identificação dela - consegue descrever-me o ladrão?
- Consigo descrever a sua roupa e constituição física. Tinha roupa preta, era alto e esguio. No entanto não lhe vi a cara, pois tinha máscara. Ele entrou dentro de um carro e eu vi a matrícula. Era: AB-34-09.
Ao ouvir isto, Rodrigo agarrou no seu telemóvel e ligou para a sua amiga Polícia, a agente Beatriz, para tentar descobrir o carro do assaltante.

- Agente Beatriz testemunhei um assalto e o bandido fugiu num carro com a matrícula: AB-34-09. Pode ver a informação?!
- É um Mercedes vermelho e foi avistado na Rua de Santo António, há pouco tempo.
- Mas … Essa rua não é perto do banco Ricardino? - perguntou o detetive.
- Sim, é verdade! – afirmou a Inês aterrorizada.
- Obrigado pela informação agente Beatriz. Já agora, mande-me uma ambulância aqui para o local.
- Dirija-se ao banco para ver o que se passa, por favor. Entretanto eu vou ligar ao meu colega da segurança, o senhor Tiago. - pediu a Inês.
Rapidamente, Rodrigo dirigiu-se para o seu jipe e acelerou direto ao banco.
Entretanto no banco, o segurança Tiago estava a dormir, sendo acordado pelo toque do telemóvel.
- Oh meu Deus!!! - exclamou o segurança, assustado com a notícia da sua colega Inês - Eu vou dar uma vista de olhos!
De repente, Tiago viu um Mercedes vermelho como descrito pela Inês a dirigir-se para as traseiras do banco. Tiago pensou: ”Deve ser o ladrão!”
Ele dirigiu-se para a parte de trás do banco e deparou-se com uma porta arrombada e um pé de cabra no chão. Entrou pela porta silenciosamente e seguiu os vestígios do assaltante. Ouviu um barulho peculiar de alguém a teclar num computador e de seguida o de uma chave a abrir uma enorme porta de ferro.
- Só pode ser o cofre!!! – exclamou Tiago e correu para o local onde se encontrava o cofre do banco. Ao chegar, Tiago foi atacado pelas costas e


caiu imóvel no chão. O assaltante aproveitou e começou a retirar do cofre tudo o que conseguia. Enfiou tudo no seu carro e fugiu, acelerando rapidamente.
Ao virar a esquina, o assaltante deu de caras com um jipe que era, nem mais nem menos, que o nosso herói, o detetive Rodrigo.
Os dois iniciaram uma perseguição a alta velocidade pelas ruas de Lisboa. Numa curva apertada, o assaltante perdeu o controlo do carro e despistou-se, embatendo num poste.
Rodrigo saiu do carro, pegou na sua arma e dirigiu-se à viatura do bandido.
- Mãos ao ar! – ordenou Rodrigo – Tire a máscara!
O ladrão retirou a máscara, revelando a sua identidade secreta. Era uma mulher com cabelos loiros, alta e de olhos azuis.
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