
Os textos foram elaborados pelos alunos do 5.ºA da professora Cristina Dias na Oficina de Leitura e Escrita dinamizada pela BE. O livro lido foi "O Homem que plantava árvores", de Jean Giono
Fica o nosso agradecimento aos alunos e à nossa colega Cristina.

Era uma vez um camponês que vivia perto de uma floresta.
Essa floresta tinha um rio gigante. Era aí que ele ia buscar a água que bebia.
Num dia cheio de sol decidiu explorar a floresta. Andou, andou … e depois de algum tempo, no meio da floresta encontrou uma aldeia. Mas para seu espanto, as casas estavam abandonadas. Perto dessas casas havia uma quinta, que parecia estar habitada por alguém, pois estava cultivada e viam-se alguns animais como galinhas e até ovelhas.
Quem seria o dono daquela quinta tão bem tratada, no meio da floresta?
Carolina Guerra, 5º A
Era uma vez um homem que vivia junto a um rio.
Num belo dia de sol entrou na floresta e chegou a uma aldeia, onde encontrou um camponês a tentar ler um livro, que tinha como principais personagens um lobo e um rebanho de ovelhas.
- Camponês, que estás a fazer? – perguntou o homem
- Estou a tentar ler – respondeu o camponês. – Ensinas-me a ler? - perguntou o camponês.
-Então, se não sabes ler, eu ensino-te – respondeu o homem, muito confiante.
Os dias foram passando e o camponês começava a conseguir ler a maior parte das palavras. Num dia muito tempestuoso, os dois homens, não se sabe bem porquê, desmaiaram e quando acordaram viram três ovelhas num barco e um lobo nos arbustos.
O sol batia forte…
Perceberam então que estavam na história e que o objetivo era fazer a história acontecer como no livro. O camponês ficou muito feliz e partiu para a aventura. Encontraram uma corda e lembraram-se que podiam montar uma armadilha e atrair o lobo a uma clareira.
As ovelhas começaram a dirigir-se para a clareira, e, claro que atrás ia o lobo que acabou por cair na armadilha, que resultou como uma luva.
Depois de tudo isto voltaram à realidade.
É por isso que devemos ler para podermos entrar no mundo da imaginação…
Beatriz Santos, 5º A







O lobo e a ovelha
Era uma vez um homem, mais precisamente um camponês. Já era velho e vivia numa pequena vila. Tudo o que tinha era uma velha casa e uma jovem ovelha.
Um dia foi à floresta, por onde corria um rio de águas transparentes e onde podia abastecer-se deste líquido. À beira do rio viu um lobo, porém, ele não atacou a sua ovelha. O homem estranhou e percebeu que o lobo tinha fome, mas ao contrário de outros lobos, ele não fazia mal a uma mosca. Alimentou-o e levou-o para casa.
O lobo e a ovelha passaram o dia a brincar.
Um dia, o homem adoeceu. O tempo estava quente e o sol teimava em queimar. O lobo ia buscar água ao rio para refrescar o seu amigo que não abandonou até ao dia em que ele morreu. Depois da sua morte, o lobo continuou a cuidar da ovelha e da casa.
Camely Marino
Era uma vez um homem que vivia numa vila. Ele era um, dos muito camponeses, que por ali viviam.
Num dia em que foi trabalhar, viu uma ovelha que parecia meio perdida e pensou: -“Como é que ela conseguiu passar a cerca?”.
Aproximou-se da ovelha e ficou espantado quando a ouviu falar: -Olá, estás com essa cara a olhar assim para mim, porquê?”.
O camponês respondeu surpreendido: - Porque tu falas, isso é impressionante!
Mas a situação ainda ficou mais surpreendente quando ouviu o sol dizer lá do alto: - “Olá, está muito sol cá em cima. Podem trazer um pouco de água? E tu quem és homem?”
E o homem respondeu:
- Eu…eu sou um camponês.
Então o sol exclamou: “Um humano a falar, nunca ouvi!”
O camponês nem queria acreditar no que estava a ver e a ouvir e dirigiu-se para a floresta acompanhado pela ovelha. Foi então que viu um rio a voar e como se isso já não fosse suficiente, eis que ouve o rio dizer:
- Olá sol, ovelha e camponês!
- Olá! – responderam em conjunto.
O rio voou então sobre a ovelha, o camponês e o sol e nunca mais tiveram sede.
Guilherme Santos



Era uma vez um homem, o seu nome era Hominha.
Um dia, durante uma das suas caminhadas, o homem encontrou um rio. Ao deparar-se com este curso de água o homem refletiu sobre a realidade e o sentido da vida e porque teria encontrado o rio naquele lugar.
Num momento de loucura, o homem agarrou num machado e destruiu metade da floresta. Quando voltou ao normal apercebeu-se do ato horrível que tinha acabado de cometer. Ficou muito triste, mas logo teve uma ideia genial. Construir uma vila!
Mesmo debaixo daquele sol, agarrou nos pedaços de madeira e fez modificações nos troncos.
Muito tempo depois, a sua vila ficou pronta a habitar com lindas casas de madeira. Este foi o seu último ato, pois faleceu.
Passados alguns anos, um camponês, enquanto as suas ovelhas pastavam acabou por encontrar a vila meio escondida entre árvores que entretanto tinham crescido. A notícia espalhou-se rapidamente, tornou-se mesmo notícia de jornal, mas ninguém sabia quem a tinha construído.
Infelizmente ninguém ficou a saber que se devia a Hominha, porém aquela vila escondida tornou-se num lar para muitas pessoas.
João Tiago

No final, os alunos plantaram um sobreiro.
Esta árvore foi apadrinhada pela turma do 5.ºA.
Os alunos irão acompanhar o crescimento da árvore ao longo dos quatro anos que irão estar na EB de Corroios, ou seja até ao final do 9.º ano de escolaridade.
esperamos que cresça forte e saudável como os carvalhos do livro "O homem que plantava árvores"





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