Um agradecimento muito especial: ao Dr. Rui Soares e Dra. Marinela Soares, ao Sr. Francisco Vicente, ao diretor do Agrupamento de Escolas de Catujal - Unhos, Professor João Carvalho, aos meus colegas, alunos e respetivos encarregados de educação, à Câmara Municipal de Loures, bem como ao meu marido, João Caldeira e filhos, Pedro e Sérgio que têm sido um apoio incansável e incondicional.

Provérbios ao Vento!
“O vento é obra do diabo.”
Era uma vez um dia incrível.
O dia estava muito quente e eu perguntei à minha mãe se podia ir à piscina.
A minha mãe disse que sim.
Eu fui para o meu quarto vestir-me. Depois fui para a piscina. Fiquei lá duas horas e dois minutos. Logo a seguir veio um vento forte que levou a cadeira e a mesa. A minha mãe mandou-
-me ir para casa. Três minutos depois o vento levou a piscina e a minha mãe disse:
- O vento é obra do diabo.
Ana Malo

“Moinho de moer, não falta que comer.”
Era uma vez uma mulher chamada Margarida que sempre precisou de farinha. Quando foi trabalhar no moinho, ela não sabia que aí se fazia farinha. Margarida perguntou ao moleiro o que é que se fazia no moinho e este disse-lhe que se fazia farinha. Assim nunca mais faltou farinha à Margarida.
António Lopes

“A árvore quer sossego, mas o vento não para de soprar.”
Provérbio Japonês.
Era uma vez duas vizinhas, uma chamava-se Joana e a outra Antónia.
A Antónia gostava muito de barulho e a Joana não.
Todos os dias à noite a Antónia ligava o seu rádio e a Joana não conseguia dormir. Quando a Joana pediu à Antónia para esta diminuir o som do rádio, ela não o fez e a Antónia não conseguiu dormir.
Moral da história: A árvore quer sossego, mas o vento não para de soprar.
Helena Garrido

“Moinho parado não quebra moeda.”
Era uma vez um lindo moinho. Um dia, as suas velas pararam de funcionar, por isso nem sequer uma moeda o moinho conseguia quebrar.
Kevin Gomes

“Quem semeia ventos colhe tempestades.”
Um dia, na escola, menti à minha mãe ao dizer que estava com dores de barriga, febre e com vómitos.
A minha mãe tinha planeado irmos à praia de manhã no dia seguinte, então cancelou a ida à praia.
Cada atitude tem a sua consequência seja ela boa ou má.
Lara Almeida

“Tudo passa como o vento.”
- Mãe, cheguei!! – disse a filha.
- Boa-noite filha, tens algum TPC? – perguntou a mãe.
- Sim! A professora de português disse para escrever um texto com um provérbio sobre o vento! – disse a filha.
- E tu sabes algum provérbio sobre o vento? – perguntou a mãe.
A filha foi à internet e encontrou o provérbio "Tudo passa como o vento" e ficou com dúvida porque não sabia o que significava e perguntou:
– Mãe, o que significa “Tudo passa como o vento"?
– Filha, significa que a vida passa muito rápido como o vento! – afirmou a mãe.
Lavínia Bastos

“Águas passadas não movem moinhos.”
Era uma vez um jovem rapaz chamado Jorge. O Jorge vivia numa pequena vila nos arredores de Viseu. Na vila todos os seus habitantes se conheciam. Havia um homem muito sábio, que todos respeitavam. Ele ficava sempre perto do rio, mas ninguém entendia o porquê, até que o jovem Jorge perguntou:
- Velho sábio, porque está sempre aqui? – disse o Jorge.
- Meu querido rapaz “Águas passadas não movem moinhos” - disse o velho sábio.
Jorge muito desentendido voltou para casa e perguntou aos pais e sem obter nenhuma resposta vai-se deitar.
No dia seguinte foi até ao moinho da vila, ver se obtinha alguma resposta. Ficou a tarde toda ao redor do moinho até ver uma rocha com algo escrito. Na pedra estavam escritas as mesmas palavras ditas pelo velho sábio e uma história, história essa de uma menina da vila que se apaixonou por um rapaz da vila vizinha, chamado Pedro, e que se encontravam ali às escondidas, porque o seu amor era proibido. Eles mandavam cartas através de uma garrafa que ia pelo rio até ao moinho, onde se encontravam quando podiam. Um dia o rapaz Pedro, ficou no moinho à espera da sua amada e ela não apareceu. Passaram-se semanas, meses e anos e a sua amada não apareceu mais.
O jovem Jorge continuou a ler a história, até que conseguiu descobrir que o rapaz da história era o velho sábio e que ele ficava perto do rio até hoje à espera da sua amada.
Luís Simões

“Cada um leva a água para o seu moinho.”
Numa escola havia um menino que nunca emprestava nada a ninguém, ele era muito mal-
-educado com os professores. Um dia entrou um colega novo para a escola. Ele era muito simpático e justo. No intervalo o menino novo pediu o lanche ao menino egoísta, mas ele disse que não. O menino novo ficou triste. No dia seguinte, o menino egoísta esqueceu-se da lancheira em casa e pediu lanche aos seus colegas, mas ninguém lhe deu. O menino egoísta ficou triste porque ninguém lhe deu lanche e o menino novo disse: cada um leva água para o seu moinho.
Maria Aires

“Quem planta vento, colhe tempestade.”
Era uma vez um senhor que era muito egoísta, ele não gostava de esperar pelas pessoas nem queria saber destas. Quando foi ao seu jardim, uma pessoa passou por lá e disse quem planta vento, colhe tempestades.
Mário Batalha

“Com águas paradas não mói o moinho.”
Um dia, um amigo meu disse-me que tinha um irmão que não fazia nada, e estava à espera que tudo acontecesse. Um dia a mãe dele irritou-se e disse: Águas paradas não moem moinho.
Martim Andrade

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