Projeto "Sinto-me seguro na Net" e
desafio 2 da SeguraNet
Turma do 4º ano
Escola Básica de Vale Parra
Agrupamento de Escolas Albufeira Poente
Ano letivo 2022/2023

Grupo 1
Havia um menino chamado Diego que não tinha amigos na escola. Ele era o pior a jogar futebol.
Depois das aulas ele foi para casa. Como era o dia do seu aniversário, recebeu um computador.
No dia seguinte foi para o computador e recebeu uma mensagem de um grupo de colegas, eram o Nicolas, o Jaime, o Gustavo e o Mateus. Esses rapazes estavam a insultá-lo. Durante muitos dias ele recebeu mensagens ofensivas. Ele sentia-se muito triste.

Ele ganhou coragem e fez tudo para parar de ser uma vítima de ciberbullying: contou aos pais e à professora. Eles falaram com o grupo de alunos e estes prometeram nunca mais insultá-lo. Os outros colegas não gostaram das ações do Nicolas, do Jaime, do Gustavo e do Mateus, tornaram-se amigos do Diego e passaram a defendê-lo.
Diego, Diana e Nicolas

Grupo 2
Havia um menino chamado Diogo que sofria de ciberbullying. Ele não sabia quem lhe fazia isso porque as mensagens eram de uma conta anónima. Apenas sabia que as mensagens eram de alguém da escola porque pediam sempre para ele enviar uma foto dos trabalhos de casa para copiarem. Se não fizesse o que pediam chamavam-lhe nomes feios e palavrões.
O Diogo sentia-se triste e deprimido. Ele tinha medo de contar aos pais pois o autor das mensagens ameaçava vingar-se se ele fizesse isso.

Um dia, na escola, conseguiu contar a alguns dos seus amigos. Então eles pensaram no que poderiam fazer para o ajudar. Tiveram a ideia de contar aos pais dele. Depois de saberem o que se passava, os pais do Diogo falaram com o filho e disseram para ele ignorar as mensagens. Ele seguiu o conselho dos pais e começou a sentir-se melhor. Além disso, os colegas decidiram organizar na escola uma manifestação contra o ciberbullying. A partir daí o Diogo nunca mais foi vítima de ciberbullying.
Gabriel C., Sophia P. e Gustavo M.

Grupo 3
Numa tarde, depois de chegar da escola, o Pedro fingiu que ia jogar à bola, mas, na verdade, foi fazer ciberbullying. A professora Rita mandou fazer trabalhos de casa, mas o Pedro não os queria fazer. Então ligou o computador e enviou uma mensagem ao João, que dizia “Puxo-te o cabelo até ficares careca se não fizeres os meus trabalhos de casa”.

No dia seguinte, o João entregou os trabalhos de casa ao Pedro, mas este recusou-os dizendo:
- Que letra feia, quero o T.P.C. com letra mais bonita.
Com medo, o João refez os trabalhos de casa do Pedro, com uma letra mais cuidada.
Isto aconteceu durante duas semanas.
Um dia, a mãe do João foi ao computador e descobriu o que se estava a passar.

Ela foi imediatamente falar com a professora e esta chamou os pais do Pedro à escola. Ele foi repreendido e nunca mais fez bullying ao João.
Gabriel G., Maria R. e Santiago S.
Grupo 4
A Mónica era uma menina estrangeira que foi para uma nova escola.
Havia um menino chamado Gonçalo que fazia ciberbullying à Mónica, por ter o tom de pele mais escuro e por ser mais gorda.
Um dia o Gonçalo decidiu ir para casa mais cedo, a fim de enviar mensagens negativas e com vários insultos à Mónica. Quando ela chegou a casa foi ver o seu computador e reparou que tinha mensagens do Gonçalo. Viu que as notificações tinham muitos insultos e palavrões e ficou muito triste.

Decidiu falar com os seus amigos. Eles tentaram animar a Mónica, mas ela continuava um bocado triste, por isso foram falar com a diretora da escola. Eles também foram falar com os pais do Gonçalo e ele ficou de castigo duas semanas, sem computador.


O castigo serviu de emenda porque ele nunca mais fez ciberbullying.
O Gonçalo foi pedir desculpa à Mónica e ficaram os dois muito amigos.
Hadassa M., Maria L. e Sofia O.
Grupo 5
Um dia a Laís foi para a escola.
Durante o intervalo, depois do lanche, ela foi à biblioteca escolar para estudar no computador. Depois de estudar foi ver o seu email. Reparou que tinha recebido uma mensagem anónima que dizia “Olá, Laís, tu és tão feia como … tu és gorda como… a tua pele é muito diferente da minha e está suja”.
Durante vários dias ela recebeu emails com mensagens ofensivas.

Um dia, em casa, ela contou à mãe o que se passava e perguntou:
- O que devo fazer? Devo responder?
- Não, não deves fazer isso – respondeu a mãe.
- Porquê? – questionou a Laís.
- Porque não devemos ligar às mensagens, devemos ignorá-las – disse a mãe.
- Ah… já percebi, quando as ignoro o autor fica zangado – afirmou a Laís.
- É isso mesmo – confirmou a mãe.

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