Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Português sobre o livro "Os Maias", de Eça de Queirós.


Aluno A / Aluno B
Aluno C / Aluno D
Aluno E / Aluno F
As personagens
Personagens Principais
Afonso de Maia – nobre, rico, respeitado e querido por todos – símbolo do velho Portugal.
Pedro de Maia – filho de Afonso e Maria Eduarda Runa, fraco e melancólico.
Carlos de Maia – filho de Pedro e Maria Monforte, médico, culto, corajoso e diletante.
Maria Eduarda Runa – esposa de Afonso, enferma, fraca e religiosa.
Maria Monforte – esposa de Pedro, bela, leviana e imoral.
Maria Eduarda – amante de Carlos, alta, loira, sensual e delicada.





Afonso da Maia Pedro da Maia Maria Monforte
Carlos da Maia Maria Eduarda
Personagens Secundárias
João da Ega – amigo íntimo de Carlos, escritor, romântico, sarcástico e progressista.
Eusébiozinho – amigo de infância de Carlos, tísico, molengão, tristonho e corrupto.
Tomás de Alencar – poeta famoso, ultra-romântico, foi amigo de Pedro.
Conde de Gouvarinho – ministro e par do Reino, inculto, nostálgico e incompetente.
Condessa de Gouvarinho – bela, entediada, imoral e sem escrúpulos.
Sousa Neto – político, inculto, defende a adoção dos hábitos e cultura do estrangeiro.
Palma Cavalão – diretor de um pasquim, imoral e sem carácter.
Dâmaso Salcede – novo rico, filho de um agiota, sem carácter.
Steinbroken – diplomata finlandês, parvo e inútil.
Cohen – judeu, banqueiro, cínico e calculista, a esposa Raquel é amante de Ega.
Craft – inglês, rico, boémio, culto, forte, amigo dos Maia. Cruges – maestro, íntimo dos Maia, tímido.
(Continuação)
Os locais
1. A Casa Ramalhete nunca existiu. Inspirado nos palácios da Rua São Francisco de Paula, hoje Presidente Arriaga, próximo ao Museu Nacional de Arte Antiga.
“(…) o Ramalhete, sombrio casarão de paredes severas, com um renque de estreitas varandas de ferro no primeiro andar, e por cima uma tímida fila de janelinhas abrigadas à beira do telhado, tinha o aspecto tristonho de residência eclesiástica que competia a uma edificação do reinado da senhora D. Maria I: com uma sineta e com uma cruz no topo, assemelhar-se-ia a um colégio de Jesuítas” – Os Maias."
2. No lugar do Aterro, hoje existe a A Av. 24 de Julho – uma importante artéria da capital, que vai dar em Belém. Era chamada de Aterro – a parte aterrada do Rio [Tejo].
“(…) Perto da Casa Ramalhete encontrava-se o Aterro."


A Casa Ramalhete Aterro (Av. 24 de Julho)
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