Partilhamos ainda um trabalho de articulação efetuado entre a turma do 4.º B e alguns alunos vencedores do 6.º ano.

Contos
Uma Pirâmide Diferente
Numa aldeia distante nascia, no meio de uma família rodeada de muito amor, uma pirâmide muito pequenina.
A sua família deu-lhe o nome de Kika. Foi uma bebé muito desejada, todos estavam radiantes, muito felizes.
A pirâmide Kika cresceu e cresceu, e um certo dia percebeu que não era igual à sua família. A Kika perguntava-se porque não era igual à sua mãe, ao seu pai e aos seus irmãos.

Um dia quando estava a brincar no bosque, sozinha no meio das árvores, decidiu sentar-se e como estava muito triste começou a chorar. A sua cabeça estava muito confusa e não conseguia falar com ninguém, tinha receio de perguntar e de assumir perante os outros a sua diferença. Nessa tarde, passeava pelo bosque um cubo, saltitava por entre as árvores até que encontrou a pirâmide.


- Olá, estás a chorar? O que se passa? Estás triste?
A kika depressa limpou as lágrimas.
- Estou bem!
- Como podes estar bem se estás a chorar?
- Já passou, estou só um pouco triste. Eu sou a Kika e tu como te chamas?
- Peter, prazer… respondeu ele.
A Kika meio envergonhada perguntou:
– Queres brincar comigo?
- Sim!


Assim brincaram a pirâmide e o cubo o resto da tarde. Juntos combinaram encontrar-se outro dia, ali naquele mesmo local para voltarem a brincar.
Quando chegou a casa, a mãe reparou que a Kika estava muito feliz, o que não acontecia nos últimos tempos...
Passaram alguns dias e lá se encontraram eles novamente no bosque, e brincaram muito até que o cubo Peter pergunta:
- Kika queres ir lanchar? Podíamos ir à minha casa ou à tua, o que achas?
- Não acho nada boa ideia – respondeu a pirâmide
- Mas porquê? – pergunta o Peter
A kika baixou a cabeça e depressa começou a chorar, tinha medo e vergonha que o Peter percebesse que não era igual à sua família.
- A chorar novamente Kika, o que se passa? Fala comigo – diz o cubo.
- Há coisas que tu não sabes sobre mim nem sobre a minha família, e ao descobrires... tenho medo de que já não queiras ser meu amigo!
- Como assim, não quero mais ser teu amigo! Conta-me o que se passa, vou ajudar-te a resolver isso – disse o Peter.
A pirâmide continuou por algum tempo a chorar e sempre no silêncio.
- Não consegues ajudar, não dá para resolver – disse a Kika.
- Não dá para resolver, como assim? Se tens um problema eu vou ajudar-te – disse o Peter.
- Sou diferente!!! – disse ela aos gritos
- Diferente como? – perguntou o cubo.
Naquela tarde a Kika decidiu contar o que sentia por ser diferente da mãe, do pai e do seu irmão, e de como era diferente.


- A minha mãe, o meu pai e o meu irmão são pirâmides com 5 vértices, 4 faces triangulares, 1 face quadrada e 8 arestas.
- Sim e então? – perguntou o Peter
- Então!? – já olhaste bem para mim, eu não sou igual a eles!
- Pois não, és ainda mais bonita que eles.
O Peter já tinha percebido que a Kika era uma pirâmide diferente, mas nem por isso gozou com ela e deixou de ser amigo dela.
- Olha bem para mim … tenho 5 faces triangulares, 10 arestas, 6 vértices … e nenhuma face quadrada! E sendo assim nem posso dizer que todas as minhas faces são triângulos nem quadradas – nasci assim, diferente. Percebes agora porque não queria ir à tua casa nem que tu fosses à minha.
- Não – respondeu o Cubo
- Os teus pais vão perceber que eu sou diferente, vão obrigar-te a deixares de ser meu amigo – disse a Kika
- Os meus pais vão perceber que tu és importante para mim e que me fazes feliz. Isso é o que importa para eles.
- OK, um dia podemos combinar isso – Disse a Kika.
- Fico à espera desse encontro – Disse o Peter.
Ficaram mais um pouco à conversa e ainda brincaram um bocado quando depois é que se aperceberam das horas e foram os dois para casa, mas antes disso o Peter disse:
– Não te sintas triste porque, para mim, és a melhor pirâmide do mundo.
E assim acaba a história de uma pirâmide triste porque era diferente, mas com um bom amigo cubo tudo mudou. A Kika viveu o resto da vida muito feliz e contente com o seu amigo.
G. C., I. N. e R. Q. - 6º A



Não há duas sem três!
Havia um menino chamado π-erre. Ele vivia em França, por baixo da torre Eiffel.
Ele sonhava com um um parque de divisões, o EuroMat, e também sonhava em poder ir à «montanha dos sólidos geométricos».

π- erre encantava-se com as enormes figuras geométricas que se erguiam do local e se viam do exterior: cubos coloridos, esferas brilhantes e pirâmides majestosas.
Mas entrar nesse mundo mágico era um verdadeiro quebra- cabeças. Sem dinheiro e sem meios, ninguém o deixava lá ir.
Na escola, foi convidado para participar num concurso de matemática. Quem acertasse nos três desafios tinha como prémio um bilhete para o EuroMat. π-erre não deixou escapar a oportunidade.
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