
Visita ao Aqueduto das Águas Livres e ao Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras





A visita foi realizada por mim, Alex, juntamente com as minhas colegas Sofia, Aline e Aliny e o resto da turma 10ºC. Fomos conhecer dois espaços históricos e fundamentais para o abastecimento de água em Lisboa: o Aqueduto das Águas Livres e o Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras. A visita foi guiada e permitiu-nos compreender a importância desta obra de engenharia para a cidade.
Introdução
O guia começou por nos explicar o contexto histórico da construção do Aqueduto das Águas Livres. Foi mandado construir pelo rei D. João V no século XVIII, numa altura em que Lisboa sofria com grandes problemas de abastecimento de água. O objetivo principal era trazer água potável das nascentes de Belas até ao centro da cidade, aproveitando apenas a força da gravidade, sem recorrer a bombas ou energia.
O Aqueduto das Águas Livres
Durante o percurso pelo interior do aqueduto, o guia explicou como funcionava o sistema de transporte da água. Ficámos a saber que o aqueduto tem cerca de 58 km e que a água corria por canais estreitos, ligeiramente inclinados, que permitiam o seu escoamento natural. A obra foi considerada um grande feito da engenharia da época, sobretudo por causa da sua extensão e dos enormes arcos ogivais que atravessam o Vale de Alcântara, alguns dos quais ainda estão intactos desde o terramoto de 1755.
Funcionamento e Engenharia do Aqueduto
Uma das partes mais marcantes da visita foi a ida à varanda superior do Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras. A partir dali tivemos uma vista incrível sobre Lisboa. O guia chamou a atenção para a forma como a cidade foi crescendo à volta destas estruturas e para a importância que este sistema teve no desenvolvimento urbano da capital portuguesa.
A Varanda da Mãe d’Água
Por fim, entrámos no interior do reservatório da Mãe d’Água. O espaço é impressionante, com grandes colunas e um espelho de água no centro. Servia como ponto de chegada e distribuição da água que vinha do aqueduto. O guia explicou como ali se armazenava a água antes de ser distribuída por fontes, chafarizes e casas. A acústica do espaço também chamou a atenção, sendo muitas vezes usado hoje para eventos culturais.
Interior da Mãe d’Água
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