Dedicado aos alunos do AE Elias Garciaelaborado por Alexandra Lopes e
Isaura Carvalho no âmbito da Formação
Aprender com a Biblioteca Escolar com o
formador João Paulo Proença
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Naturalmente que já ouviste falar no 25
de Abril de 1974, mas provavelmente não
conheces as coisas como os teus pais ou os
teus avós que viveram nesta época.
Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril
de 1974 ficou conhecido para sempre como a
"Revolução dos Cravos"?


Diz-se que foi uma revolução porque a
política do nosso País se alterou
completamente.
Mas como não houve a violência habitual das
revoluções (manchada de sangue inocente), o
povo ofereceu flores (cravos) aos militares
que os puseram nos canos das armas.
Em vez de balas, que matam, havia flores
por todo o lado, significando o renascer da vida
e a mudança!


O povo português fez este golpe de estado
porque não estava contente com o governo de
Marcelo Caetano, que seguiu a política de
Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura.
Esta forma de governo sem liberdade durou
cerca de 48 anos!
Enquanto os outros países da Europa
avançavam e progrediam em democracia, o
regime português mantinha o nosso país
atrasado e fechado a novas ideias.


Sabias que em Portugal a escola só era
obrigatória até à 4ª classe? Era complicado
continuar a estudar depois disso. E sabias que os
professores podiam dar castigos mais severos
aos seus alunos?
Todos os homens eram obrigados a ir à tropa
(na altura estava a acontecer a Guerra Colonial)
e a censura, conhecida como "lápis azul", é que
escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos
jornais, na rádio e na televisão.


Antes do 25 de Abril, todos se mostravam
descontentes, mas não podiam dizê-lo
abertamente e as manifestações dos estudantes
deram muitas preocupações ao governo.
Os estudantes queriam que todos pudessem
aceder igualmente ao ensino, liberdade de
expressão e o fim da Guerra Colonial, que
consideravam inútil.



Sabias que os países estrangeiros, que
no início apoiavam Salazar e a sua política,
começaram a fazer pressão contra Portugal.
Por isso o governante dizia que o nosso País
estava "orgulhosamente só".
Quando Salazar morreu foi substituído
por Marcelo Caetano, que não mudou nada
na política.


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