Este livro foi elaborado pelos alunos da turma do 5.º B da Escola Básica de Amarante, como resultado do trabalho desenvolvido no Domínio de Autonomia Curricular envolvendo as disciplinas de Português e TIC e integrado no Projeto " Línguas de Perguntador".
Neste livro, os alunos recontam e ilustram a história da obra " A fada Oriana " de Sophia de Mello Breyner Andresen, utilizando expressões idiomáticas.

Capítulo 1 - As fadas boas e as fadas más
Há duas espécies de fadas: as fadas boas e as fadas más.
Cada uma delas tem uma tarefa diferente. As fadas boas regam as flores com o orvalho, acendem o lume dos velhos, seguram as crianças que vão cair, encantam os jardins, dançam no ar, inventam sonhos e põem moedas de oiro nos sapatos dos pobres.
As fadas más fazem secar as fontes, apagam as fogueiras dos pastores, rasgam a roupa que está ao sol, descencantam os jardins, arreliam as crianças, atormentam os animais e roubam dinheiro aos pobres.








Capítulo 2 - Oriana
Era uma vez uma fada chamada Oriana. Era bonita e muito boa para os outros. Ela guardava uma floresta que lhe tinha sido entregue pela rainha das fadas. Ela prometeu-lhe que ia ajudar as pessoas, tratar dos animais e das plantas da floresta. Ajudava a família do lenhador, transformando pedrinhas brancas em coisas que faziam falta na sua casa; a família do moleiro, arrumando e limpando a casa, inspirava o poeta e encantava a sua vida. Também ajudava os animais, as flores e as árvores da floresta, regando-as e apagando os fogos.



















Mas ela tinha um carinho especial pela velha que vivia sozinha. Ajudava-a a limpar a casa, a fazer o café, a pôr o açúcar e também a transportar os paus que ela ia vender à cidade.
Oriana nunca arredava pé dali.
























Capítulo III- O Homem muito rico
Um homem muito rico vivia numa casa grande rodeada por um jardim muito bonito, mas não tinha mulher, nem filhos, nem amigos.
A casa estava cheia de móveis que falavam e quando Oriana entrava, começavam a perder a cabeça e a resmungar, porque estavam fartos de viver numa casa sem vida. Quase que dava barraca e Oriana não sabia o que fazer! Aquilo era uma situação sem pés nem cabeça!















Capítulo III- O Homem muito rico
O Homem Muito Rico era careca e o seu sonho era ter mais cabelo. Oriana ficou com pena dele e arranjou-lhe uma poção para lhe fazer crescer o cabelo. Ele sentiu-se mais feliz e pensou que aquilo só podia ser obra de uma viúva que lhe tinha pedido emprego para o filho.
Como recompensa arranjou emprego ao tal rapaz e Oriana, ao ver aquela mudança, já pôde ir embora.




















Numa tarde maravilhosa, Oriana foi pela floresta fora correndo, dançando e voando até chegar ao pé do rio. Tudo corria às mil maravilhas. quando reparou num peixe que estava fora de água e, que muito aflito, lhe pediu ajuda. O peixe agradeceu a sua gentileza e disse-lhe que era muito bonita. Oriana viu a sua imagem refletida na água e reparou na sua beleza começando a ficar muito vaidosa. Como peixe lhe estava sempre a dar graxa, Oriana todos os dias ia ter com ele para ouvir os seus elogios. Esqueceu-se de todos aqueles que precisavam dela e ficava ali parada como um boi a olhar para um palácio!
Capítulo IV – O peixe














Capítulo V – A Rainha das Fadas
Quando apareceu a Rainha das Fadas e viu o abandono da floresta, ficou muito zangada. Decidiu castigar Oriana tirando-lhe as asas e a varinha de condão. Ela ficou muito triste, pediu desculpa e chorou imenso. Mas a Rainha da Fadas não a desculpou, pois não acreditou naquelas lágrimas de crocodilo e avisou-a de que só lhe daria novamente as asas, quando ela fizesse algo para as merecer.
Oriana ficou sozinha a chorar. Mais tarde ainda chamou pelo peixe e esperou horas à ´´´´´´`beira do rio, mas sem sucesso. Afinal, o peixe não passava de um vira- casacas. Passado algum tempo, Oriana levantou-se, limpou as lágrimas e foi percorrer a floresta.












Capítulo VI - A Floresta abandonada
Quando a fada Oriana olhou para a floresta viu as plantas murchas, os pássaros mortos e outros a fugir. A floresta estava completamente abandonada. Decidiu ir a casa do moleiro, mas bateu com o nariz na porta, pois tinham ido para a cidade. Foi até à casa do lenhador, mas também eles se tinham mudado para a cidade à procura de trabalho. Ao anoitecer, ela caminhou até à torre do seu amigo Poeta, contudo só encontrou um quarto vazio.
Oriana, quando olhou para aquilo tudo que tinha feito, sentiu-se culpada, pois tinha deitado tudo a perder e resolveu ir à cidade.
- Full access to our public library
- Save favorite books
- Interact with authors
Escola Básica de Amarante
Ano Letivo 2018/2019


- < BEGINNING
- END >
-
DOWNLOAD
-
LIKE(3)
-
COMMENT()
-
SHARE
-
SAVE
-
BUY THIS BOOK
(from $5.19+) -
BUY THIS BOOK
(from $5.19+) - DOWNLOAD
- LIKE (3)
- COMMENT ()
- SHARE
- SAVE
- Report
-
BUY
-
LIKE(3)
-
COMMENT()
-
SHARE
- Excessive Violence
- Harassment
- Offensive Pictures
- Spelling & Grammar Errors
- Unfinished
- Other Problem

COMMENTS
Click 'X' to report any negative comments. Thanks!