Dedico este trabalho à memoria de Vinicius de Moraes, a professora Monique e a minha família.


Inspirado no poema AS BORBOLETAS.
AS BORBOLETAS
Roxas,
Marrons
Vermelhas
E laranjas
Brincam na floresta
As folgadinhas borboletas.
Borboletas roxinhas
São tão fofinhas.
As borboletas marrons
Gostam de usar batom.
As borboletas vermelhas
Voam atrás das ovelhas.
E as laranjas, então ...
Adoram brincar de balão!

Inspirado no poema A PORTA
A porta
Sou feita de vidro
Vidro, transparente
Não há nem uma porta no bairro
Que seja mais atraente.
Eu abro de mansinho
Pra passar o carneirinho
Eu abro com carinho
Pra passar o cachorrinho.
Eu abro de cantinho
Pra passar o meu gatinho
Eu abro com amorzinho
Pra passar o meu burrinho.
Eu fecho pra cobrinha
Pra não ganhar uma picadinha.
Eu fecho pro leão
Pra não levar o mordidão.
Eu fecho pra oncinha
Pra não sair arranhadinha.
Só fico aberta pro meus amiguinhos!
Inspirado no poema O AR ( O VENTO)
A água
Eu sou a água, sou muito importante
Todos me adoram porque eu cuido da vida
Por isso, sou muito famosa
Se eu acabar o mundo ficará sem comida.
Também sou muito atrevida
E às vezes posso fazer até uma baguncinha
E num instante causo confusão nas cidades
Levando tudo de enxurrada ou alagando suas ruas
Mas a culpa não é minha, não se engane
É de quem não é consciente
E polui o meio ambiente.

Inspirado no poema A casa.
A casa do terror
Era uma casa assombrada
Ninguém gostava dessa casa azarada
Mas ela era muito bonita e era aterrorizada.
E ninguém tinha coragem de entrar
Nessa casa assombrada.
Alguém entrou nela um dia
E encontrou um fantasma que sorria.
Saiu de lá chorando
Mas a porta fechou e ele ficou gritando.
Passou um menino e ouviu tudo aquilo
Ficou muito curioso e abriu devagarinho.
Entrou, olhou, abriu e saiu
Nesse momento sentiu um calafrio.
E finalmente o fantasma de lá saiu.
A criançada ficou assustada
Mas ele deu uma gargalhada.
Dai então, ninguém mais sentiu medo
Daquela casa azarada.
Inspirado no poema O PATO.
O porco muito gordo
Em uma fazenda
Tinha um porco
Que comia tanto
Que era gordo
E ele passava os dias
Rolando na lama
Até que um dia
Ele fugiu da fazenda
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