



Dedico este livro ás minha primas Maria Garrett e Margarida Garrett
Porque são pessoas em quem posso confiar para o que eu quiser que me ajudam e que já faz parte de o meu dia a dia para mim elas são as minhas irmã mais velas adoroas e por isso dedico este livro a elas:)

Era uma vez, uma viúva chamada Gage, vivia em Yorkshire, era coxa de uma perna, e adorava animais.
Certo dia, o senhor correio chegou, e a SR. Gage tinha uma carta. Era sobre o seu irmão, tivera morrido há pouco tempo, e tivera deixado uma herança, ( uma casa em Rodmell com várias coisas e ainda 3Mil libras)
a SR.Gage pensára, que podia ir viver, com a sua família que já via há muito tempo.
Então decidira ir rápidamente a Rodmell.
Passado alguns dias, a SR.Gage vai para Rodmell,
E quando lá chega, bate á porta alguém, diz, ''Não está ninguém em casa'' de seguida, a SR.Ford, abre a porta, e diz, maldito passaro, sempre que alguém está ao pé do poleiro grita, ''não está ninguém em casa'' passa o dia em, est´atua e a gritar, pertencera a um marinheiro, e aprendera a falar no Leste, o SR.Joseph tratára, o como um animal racional, e chamalo James.De seguida entrou, dentro de casa, e a SR.Ford saiu, encanto isso a SR.Gage, reparou, que haviam ratos e cogumelos no chão, e que não havia nenhuma mobília,completa, e que só lá está o passaro James, a SR.Gage fica desanimada, mas com motivação pois ainda lhe restára as 3Mil libras, que estavam guardadas no banco de Lewes.
No dia seguinte,foi ao banco, de Lewes.
Oa advogados Stagg&Beetle, tinham más novidades, para contar...
Quando, a SR.Gage,entra no escritório, e fala, com os advogados, eles contam, que estiveram a ver os documentos, do SR.Joseph, e que a SR.Gage, infelizmente,não tinha as 3Mil libras.
m
A Sr.Gage, foi se embora, com tamanha desilusão.
Chovia torrencialmente,mas nem por isso os advogados lhe disseram para aguardar pela chuva.E na verdade a SR.Gage tava tão fora de si que já não sabia o que fazia. Apesar da chuva,atravessoua pé os prados em direção a Rodmell.
A senhora Gage, como já se disse, coxeava da perna direita. Em boas condições caminhava muito devagar, e agora, com a decepção que trazia e a lama das margens do rio, só com muita dificuldade conseguia avançar. Enquanto se arrastava, com muito esforço, o dia tornava-se cada vez mais escuro, e era difícil não se afastar, do caminho que seguia junto ao rio. Caminhava resmungando e queixando-se da astúcia do seu irmão, que a tinha metido naquela embrulhada «de propósito», disse, «para me atormentar».
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