

O Rei resmungão e o presente envenenado
5º A
E.B. 2,3 Marinhais
Em tempos que já lá vão, num belo castelo vivia um rei, numa cidade chamada “Quintoalândia”.
O Rei Ricardo vivia com a sua mulher, Clara e o seu filho Gil, que adorava música. O rei era
muito resmungão,
gostava das coisas tal e
qual como ele pedia.




Certo dia, ele fez uma festa para o povo, no dia 25 de abril, mas este estava extremamente irritado com ele, por isso, revoltaram-se. Enquanto o rei foi dançar, o povo decidiu trocar-lhe o prato de comida e juntar um
cogumelo venenoso.
—Vamos chamar o rei para a mesa, pois está na hora de ir jantar. – referiu a mulher do rei.
Ao começar a comer, o rei sentiu-se mal disposto e caiu da cadeira.
Todos vieram em seu auxílio, mas já não havia
nada a fazer, todos do reino
choraram, menos o povo
que continuou
a festa de tão feliz que
estava pelo sucedido.
Agora Gil será o novo rei. Para comemorar a situação, o povo decidiu ir dar uma volta de balão de ar quente.
O povo ficou muito contente com a chegada de Gil ao trono, mas algum tempo depois, Gil começou a falhar com as suas responsabilidades, por ser demasiado descontraído e muito novo. A vida para ele era só música, não lhe interessava mais nada.







Assim se acaba este conto, como me contaram, assim eu o conto.
Sua mãe, assistindo ao cair do trono resolveu procurar um conselheiro para ajudar o filho.
Gil percebeu os seus erros e que estava a prejudicar muito gente,
logo com a ajuda do conselheiro passou a
ser um rei exemplar e
muito melhor do que o seu pai.
Agora sim, todos estavam
contentes na cidade da
“Quintoalândia”.
O leão medroso e o nadador salvador
5º B
E.B. 2,3 Marinhais
Em tempos que já lá vão, numa aldeia chamada “Estranhazidão” vivia um leão que estava muito sozinho e, por isso, era muito medroso.
Aquela aldeia tinha poucos habitantes e um desses era nadador salvador. Esta aldeia estava junto ao mar, logo tinha um porto de embarcação.
Certo dia, alguns caçadores chegaram à aldeia com a intenção de capturar leões, foram direito à selva e ao fim de algumas horas encontraram o leão medroso. Apanharam-no, levaram-no até ao barco e regressaram à América.

Durante a viagem cruzaram-se com outro barco em que estava um nadador salvador a preparar-se para fazer um documentário no fundo do mar.
No fundo do mar, passou por vários recifes, várias rochas e, a certa altura ficou preso numa dessas rochas. Ao forçar para sair perdeu um dos seus sapatos. Então resolveu regressar ao barco.

De repente o leão rompeu as redes, nas quais estava preso e saltou do barco para fugir dos caçadores. O nadador salvador, já no seu barco, avistou o leão inconsciente, no meio do mar, e vai resgatá-lo.
— Leão, leão, acorda! – diz o nadador salvador.
O leão ainda confuso, perguntou:
— Onde estou?





Os dois conversam um pouco e depois regressam à aldeia “Estranhazidão”, mas no caminho batem numas rochas, o barco afunda e eles vão acordar no país da neve.

Ali fazem o reconhecimento do território onde estão. Decidem ficar naquele país, porque descobriram que, neste local, não existiam caçadores. Construíram uma casa, fizeram amigos e adaptaram-se à vida neste país, encontraram esposas e tiveram filhos.
Perlimpimpim, esta história chegou ao fim.
Em busca da planta milagrosa
4º J
Centro Escolar Marinhais
Em tempos que já lá vão, vivia, num país distante, uma menina chamada Benedita. Ela era uma rapariga muito bondosa, simpática e preocupada com os outros. Quando regressava da escola, cumprimentava todas as pessoas com quem se cruzava e dava aos animais o que sobrava do seu lanche.
Um dia, no recreio da escola, reparou que o seu amigo Henrique estava sozinho, junto a uma árvore, a chorar. Ela, como boa menina que era, foi-lhe perguntar qual era a razão daquela tristeza. Ele contou-lhe que o seu avô estava doentíssimo. Então, a Benedita, para o consolar, abraçou-o e disse-lhe que tudo se resolveria.
Nesse dia, a menina foi à biblioteca, na tentativa de encontrar um livro que falasse sobre cura de doenças, para ver se conseguia encontrar uma solução para o avô do seu amigo.
Entretanto, descobriu, num livro, que havia uma planta que poderia curar a doença do pai da mãe do Henrique, a qual tinha o nome de Flaurina Curália. Essa planta poderia ser encontrada no Parque Natural da Arrábida e os porcos adoravam comê-la.
Imediatamente, a Benedita teve uma ideia: ia pedir ao seu vizinho António um dos seus porquinhos para a ajudar nessa missão. E assim foi
Quando a Benedita chegou à Arrábida com os seus pais, que também quiseram participar nesta boa ação, colocou o porquinho no chão e este foi logo à procura de comida. Ela foi atrás dele, observando com atenção todas as plantas que ele farejava e comia. Foi, então, que ela reconheceu a planta da cura, a Flaurina Curália. Antes que o porco a comesse, ela colheu-a rapidamente e guardou-a como se fosse um tesouro. Ficou muito esperançosa na cura do avô e sussurrou, sorridente: «Agora, o avô vai ficar bom!».
Foi, o mais depressa possível, a casa do Henrique dar-lhe a boa notícia e entregar-lhe a tão desejada e preciosa planta. Logo de seguida, eles fizeram um chá com esta e deram-no a beber ao avô
Depois de alguns dias a beber este chá milagroso, o avô ficou curado e até com mais energia do que tinha antes de adoecer.

Para agradecer à Benedita, aos pais dela, ao seu neto, ao senhor António e ao porquinho deste, o avô António organizou uma festa surpresa.
E assim se acaba este conto, assim me contaram, assim eu o conto.
O beijo do sapo

4º H
Centro Escolar Marinhais
No tempo dos Afonsinhos havia uma linda aldeia. Nela nasceu um bebé muito simpático chamado João. À medida que foi crescendo os pais repararam nas suas caraterísticas. O menino tinha um sinal na ponta da orelha que ia crescendo e tomando forma de uma borboleta.
Apesar de ser um sinal agradável o menino sentia-se diferente dos seus amigos e isolava-se muitas vezes junto ao rio. Neste lugar encontrava as suas companhias perfeitas. Aqui todos eram diferentes. Havia sapos, lagartixas, libelinhas, borboletas, moscas, carpas, enguias.





Certo dia enquanto caminhava junto ao rio o João tropeçou naquilo que parecia ser uma pedra, mas era um sapo. Ao tropeçar a sua boca roçar na pele húmida e viscosa do sapo. No mesmo instante surgem dos nada os reis magos num carro de bombeiros.
O João surpreendido e intrigado com tudo isto, escondeu-se atrás de um arbusto. Perante o receio do João os reis Magos tranquilizaram-no dizendo-lhe que estavam aqui para o ajudar. O João ao ouvir os reis Magos ficou muito feliz e finalmente percebeu que o que andava a pensar e a sentir era fruto da sua imaginação.
- João se queremos ter amigos devemos sair, conviver, partilhar as nossas tristezas e preocupações com quem nos rodeia. – Disseram os reis Magos.
A partir desse dia o João percebeu que o problema eram os seus pensamentos e não as suas caraterísticas físicas. A vida é bela e para se viver sem pensamentos negativos.
História, história entra por uma porta e sai por outra, quem quiser que conte outra.
O Herói da Floresta
4º G
Centro Escolar Marinhais
Em tempos muito remotos vivia no Brasil um lenhador chamado Senhor Tomé. Este homem era simpático, de meia idade e bonacheirão.
Todas as manhãs o Senhor Tomé acordava com o nascer do sol e com o canto dos pássaros. Ele tomava o seu banho e penteava a sua barba farta. De seguida comia uma taça de papas de aveia acompanhadas de deliciosos frutos silvestres e tomava a sua bebida preferida, café.
Diariamente percorria a floresta à procura de árvores mortas, árvores doentes e ramos secos para recolher lenha e simultaneamente protegê-la dos incêndios florestais.
Nessa noite houve uma forte tempestade chovia a cântaros e violentamente um raio atingiu uma árvore enorme, originando um incêndio. O Senhor Tomé sentiu um cheiro a queimado e deparou-se com um incêndio na floresta. Rapidamente calçou as botas pôs uma capa, para se proteger da chuva e foi pedir ajuda a uma tribo que vivia relativamente perto.
Quando lá chegou encontrou um Mago e expôs-lhe a situação. O Mago rapidamente pegou na sua varinha mágica e lançou um feitiço para que chovesse por cima do incêndio.
Com o passar do tempo foram-se apercebendo que nada estava a resultar.
Pensando em soluções, o Mago lembrou-se de uma bola de neve que tinha trazido da sua última viagem ao Pólo Norte. Essa bola não era uma bola qualquer era uma bola grande que só derretia em situação de incêndios.
Rapidamente, ele atirou a bola para o incêndio. Este cada vez foi ficando menor, até que se extingui.

O Senhor Tomé, satisfeitíssimo por ter conseguido ajudar a floresta anunciou que ia dar uma festa em sua casa, em honra da floresta e do Mago. Convidou toda a gente que vivia na floresta, a tribo e os animais.
Assim se acaba este conto, como me contaram assim eu o conto.

- < BEGINNING
- END >
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