Ano letivo 2020/2021

- E se eu fosse descobrir onde mora aquela menina de olhar meigo e sonhador que é da turma do 3.ºF e se chama Fabiana?
Então, libertei-me daquele pesado cadeado que me mantém preso “só quando
eu quero” e fui sorrateiro, procurar a casa da Fabiana.
- E depois, foi um pouquinho difícil sair, pois as grades da escola são muito apertadas mas lá consegui sair. Quando eu cheguei ao portão da Escola Secundária, eu encontrei muito lixo no chão pois algumas pessoas têm de aprender um pouco mais sobre reciclagem, Mas como eu sou inteligente, peguei num saco de plástico que vai sempre na minha pequena bolsinha para separar o vidro, o plástico, o papel e cartão e as pilhas em cada saco. Num saco coloquei o plástico, noutro coloquei o vidro e noutros dois coloquei o plástico e as pilhas, depois saí de lá a correr porque eu tinha de encontrar um

ecoponto para colocar o lixo e finalmente encontrei um! Coloquei os meus saltos altos caninos para eu ter a altura ideal para colocar o lixo mas atenção! Ao colocar o lixo DEVEMOS SEMPRE TER CUIDADO, porque nunca devemos colocar o plástico no ecoponto VERDE, pois assim o vidro e o plástico misturam-se, e não é só o plástico, são os outros sacos. Mas depois voltei a procurar a casa da Fabiana.
A meio do meu percurso, encontrei muito fumo. Estavam a fazer uma queimada, mas não estava lá ninguém então liguei aos bombeiros.
Eles chegaram e então, enquanto eles faziam o seu trabalho eu continuava também a fazer o meu, que era ir à procura da casa da Fabiana.
Até que achei o portão da casa da Fabiana muito giro! Claro que chamei a Fabiana não sou burro nenhum! Humm...

Vá algumas vezes, porque às vezes aparece-me um gato à minha frente e eu penso que é um cão e eu e depois eu digo “Olá, cão tudo bem?” e depois ele vai embora, constrangido e envergonhado. Depois, a querida Fabiana chegou e ela ficou muito feliz, pois ela não sabia que eu a ia visitar hoje.
Ela disse-me que iria abrir o portão. Logo a seguir ela deu-me “cem mil” beijinhos e abraços. Eu assustei-me um pouco porque ela tinha outros dois cães, muito maiores que eu! Mas depois eles ficaram meus amigos e brinquei muito com eles.
A Fabiana teve de ir às compras comprar uma casota, porque assim poderia ter uma caminha quentinha onde dormir. Também comprou vários brinquedos para que nós os três pudéssemos brincar! Eu tive de dormir lá. Já estava muito tarde.
No dia seguinte, eu estava muito triste. Despedi-me da família dela e levei beijinhos e abraços de todos! Passados dias vi outra vez a Fabiana na escola e fiquei muito feliz!
Fabiana Matos
A Bianca mora em Campelos, uma aldeia que fica um pouco longe da minha casa, mas mesmo assim eu fui procurá-la. Peguei na carteira e com o telefone da mãe mandei vir um táxi. Não podia ir sozinha então decidi ir com o Ushi, um fiel companheiro.
Pelo caminho, passámos por um ecoponto e o Ushi perguntou-me o que era aquilo. Então eu expliquei-lhe que aqueles objetos são muito importantes para o planeta e para nós também! Expliquei que todos devemos utilizá-los colocando o lixo distribuído por eles da seguinte forma: nos verdes colocamos vidros, nos amarelos o plástico e metal nos azuis. O papel é nos vermelhos. Atenção também às pilhas!
O Ushi ouviu tudo com muita a tenção, e ainda falávamos neste assunto quando chegámos a Campelos.

Demorámos 45 minutos a chegar àquela pequena aldeia. Comecei por perguntar às senhoras que encontrámos, onde morava a minha amiguinha e elas disseram que vivia ao pé de uma casa amarela. Só havia 2 casas amarelas na aldeia, então comecei por uma, perto da igreja, bati à porta, mas estava abandonada. Então, fui à que estava junto do café e bati à porta.
Veio abrir a mãe dela e eu disse que era da turma da Bianca e vim visitá-la, então a mãe dela disse que a Bianca tinha ido colocar o lixo no ecoponto, na outra rua. Esperei uns minutinhos e lá chegou a minha amiga, que me cumprimentou com uma cotovelada! Conversámos muito e brincámos no seu quarto. Já estava de noite quando a mãe dela decidiu levar-me a casa.

Quando chegámos, a minha mãe apresentou-se e começou a falar com a mãe da Bianca; ficaram boas amigas, como eu e a Bianca! E até o Ushi ladrou para se despedir de nós.
Ana Paula

Ushi
O Ushi chegou a casa do Filipe Rodrigues que estava a estudar com o irmão e ele ouviu que falavam dum grave problema que o nosso planeta está a viver – a pesca excessiva de algumas espécies marinhas e a poluição. O nosso cãozinho cumprimentou os dois irmãos e pediu que continuassem a conversar sobre o assunto, pois ele queria aprender mais sobre esse tema. Então, o Filipe sentou-se no chão ao pé do Ushi e, enquanto lhe acariciava as orelhas peludinhas, ouviram uma aula sobre a poluição, dada pelo irmão do Filipe.
- Existem vários tipos de poluição, na realidade tão perigosa para a nossa vida e para o nosso planeta. A poluição do mar, do solo e do ar (atmosfera).
Nós humanos poluímos o mar, mas não o devíamos fazer pois, o mar é um recurso muito importante para a nossa vida e para a vida de todos os seres vivos. Os peixes fazem bem à nossa saúde.
E o irmão do Filipe continuou:
- Muitos animais aquáticos morrem e os pescadores deviam respeitar as regras da pesca e não capturarem animais pequenos, dando-lhe oportunidade de se reproduzirem. Para além da poluição, sofrem também os efeitos da pesca descontrolada e excessiva.
- Fico mesmo preocupado - disse o Ushi e o Filipe esfregou-lhe o focinho como para o acalmar. E a lição continuou:

- Fico mesmo preocupado disse o Ushi e o Filipe esfregou-lhe
o focinho como para o acalmar. E a lição continuou:
- Agora vou falar da poluição do chão, dos solos, ainda mais perigosa, porque os animais podem comer lixo tóxico e coisas venenosas. As plantas sofrem o seu efeito, para além da contaminação das águas subterrâneas por infiltração dos produtos tóxicos. E por fim, a poluição do ar que é provocada pelos fumos das fábricas, dos meios de transporte e dos incêndios. Por vezes, o ar que respiramos torna-se insuportável! Mas vocês devem estar a pensar que isto não é nada importante, mas estão

enganados. A poluição é algo muito mau para o nosso planeta e logo para o ser humano!
O Ushi arrebitava as orelhas a cada informação que ouvia. Nós os três ficámos calados a refletir em todos estes problemas e prometemos que daqui para a frente teremos mais atenção aos problemas ambientais.
Filipe Rodrigues

E se eu fosse descobrir onde mora aquela menina de olhar meigo e sonhador que é da turma do 3.º F e se chama Maria? Então libertei-me daquele pesado cadeado que me mantém, preso ´só quando eu quero. E fui, sorrateiro, procurar a casa da Maria. Saindo dos portões da escola andei sempre em frente porque não sabia onde ela morava. Andei, andei … até que avistei um café. Eu sei que a minha missão é procurar a minha amiguinha Maria, mas um cão simpático e bonito como eu não pode deixar de beber uma aguinha. Entrei com as minhas belas patas e ladrei assim:
- O Sr. poderia dar-me uma água geladinha, por favor?
- Claro que sim! - disse o Sr. Fernando (o avô da Maria).
Eu ladrando perguntei:
- Então, Sr. Fernando, o que faz e qual é a sua família?
O Sr. Fernando disse que já teve um restaurante chamado Churrasqueira Veiga e que tem uma mulher chamada Maria Manuela e três netos: o Xavier, o Roberto e quando ele ía dizer a última neta eu abri bem as orelhas e se eu percebi bem ele disse MARIA!!!!!! Sem eu esperar nem mais um segundo ladrei logo:
- A Maria da Escola Básica de Carrazeda de Ansiães?
- Sim porquê?- Disse o Sr. Fernando.
- Calma, eu vou explicar!

O que se passou foi que eu, depois de muitos anos, cheios de mimos, na escola voltei a ficar só. Como na minha casinha não se faz nada eu decidir ir atrás da minha simpática amiga Maria. Estava a beber a minha fresca água até que descobri que a Maria vivia naquele café! - mas, quando ia continuar ele interrompeu-me e disse:
- Mas a Maria não mora exatamente aqui. Ela vive na Lavandeira mas, posso dar-te a morada. Só a dou a cães bonitos como tu. Depois daquela tarde muito bem passada, segui em frente e corri em direção à morada que o Sr. Fernando me deu. De manhãzinha, levantei-me e fui procurar a Maria.
Mas, voltando ao assunto, segui em frente e encontrei uma bonita casa onde ladrei até me abrirem a porta e disse:
- Ah, és tu, o bonito cão que anda à procura da minha filha? Eu vou chamá-la! Mariaaa, anda cá.
- Já vou.
Quando a Maria veio, eu cumprimentei-a conversámos e dormi em casa dela. No dia seguinte, chegámos ao assunto “fazer boas ações”. Depois de alguns minutos, chegámos a um consenso: iríamos fazer caridade e ajudar os animais abandonados, dar comida aos mendigos...
Ficámos cinco semanas a realizar o combinado.
Nós não sabíamos, mas uma senhora chamada Dolores acompanhava-nos em todas as caridades e tinha filmado tudo. A senhora Dolores publicou em todas as redes sociais que ela tinha. Passados alguns meses, os vídeos da senhora tinham chegado ao Sr. Presidente Marcelo Rebelo de Sousa! Ele ficou feliz pelas nossas ações e agradeceu-nos.
Maria Veiga

As férias
O Ushi saiu da escola para procurar o seu amigo Gabriel Veiga.
Ele não sabia onde era a casa dele e procurou-o na vila de Carrazeda de Ansiães, onde encontrou a kika no jardim da Praça. Então, perguntou-lhe se sabia onde estava o Gabriel. Ela disse que ele tinha ido à farmácia buscar qualquer coisa, porque lhe doía a barriga, pois tinha comido muitos chocolates no Natal.
- Por isso deixou-me aqui presa, sem um saquinho para a minha sanita. Se o vires diz-lhe que venha rápido, que estou aflita. -
disse a kika.


O Ushi foi à farmácia mas o Gabriel já tinha saído. Disse lá que ia a casa de banho do supermercado, para aproveitar comprar sacos para a sua cadela. Então, muito rápido o Ushi correu para lá mas nada, também já tinha ido embora! Ushi foi aos correios ver se os colegas do Gabriel lhe tinham mandado uma carta, e na carta do Paulo tinha a morada.
Mas olhou para cima, e viu o Gabriel que já ia embora com
a Kika, rápido, muito rápido, como um foguete de passagem de ano, Correu a gritar:
- Gabriellll…
Os dois amigos encontraram-se na rua e decidiram ir brincar para o parque do bairro da Telheira onde a Kika deu uma cambalhota no escorrega e magoou a patinha.

Logo os dois amigos chamaram os bombeiros, isto é o senhor padre Umberto fez-lhe o curativo, com muitos cuidados.
Como todos estavam cansados de tanto brincar o sr. Padre deu-lhes boleia até casa do Gabriel para lancharem e para que a kika pudesse descansar.
Quando o galo do Gabriel cantou, o Ushi assustou-se, porque já era meio-dia e também passava da hora de chegar à escola. O Gabriel foi com ele até à escola para ajudar a prender o Ushi na sua bela casotinha.
Passada uma semana, o Gabriel foi com a Kika fazer uma visita surpresa
ao Ushi e levou-lhe muitos ossinhos que tinham sobrado de fazer alheiras. Todo contente, o Ushi agradeceu ao seu fiel amigo Gabriel com muitos abraços, lambedelas e saltinhos! Gabriel Veiga

O Ushi e o desperdício da água!
E se eu fosse descobrir onde mora aquele menino do olhar meigo e sonhador que é da turma do 3ºF e se chama Paulo?
Então, libertei-me daquele pesado cadeado que me mantém preso “só quando eu quero" e fui, sorrateiro, procurar a casa do Paulo. Lá parti eu, nesta aventura! Perto do sítio onde vive o Paulo, vi muita água a correr em direção ao fundo da rua e então fui chamar o Paulo para que ele me pudesse ajudar. Ele foi chamar o dono da casa e alertá-lo para o que se estava a passar. Finalmente, cheguei a casa do meu amigo e, juntos fomos até à casa que pertencia ao vizinho dele. O Paulo gritou alto a chamar os donos, até que eles o ouviram e foram perguntar
o que se passava. O Paulo disse que estavam a desperdiçar água e eles foram rapidamente fechar a torneira. Então, regressámos a casa do Paulo. Até fiz duas amigas, uma chamava-se Pipoca e a outra Nina. Fiquei tão contente! Umas horas depois tive de ir-me embora. O meu amigo Paulo despediu-se de mim com uma
boa taça de ração!
No dia seguinte, voltei a soltar-me daquele pesado
cadeado, e lá fui eu outra vez!! E até cheguei lá a correr!
O Paulo estava a tomar o pequeno-almoço e eu também tinha fome! Então, o Paulo deu-me uma grande taça de ração… Depois fomos passear por Carrazeda de Ansiães, andámos por toda a vila. Foi muito divertido!

Chegámos a casa dele e já era de noite, então, tive de dormir lá. No dia seguinte, de manhã, o Paulo deu-me o pequeno almoço e eu fui embora, regressando à minha casota que fica na escola.
Paulo Narciso

As aventuras do Rafael e do Ushi
E se eu fosse descobrir onde mora aquele menino de olhar meigo e sonhador que é da turma do 3ºF e se chama Rafael?
Então, libertei-me daquele pesado cadeado que me mantém preso “só quando eu quero” e fui, sorrateiro, procurar a casa do Rafael.
Fomos passear e vi muito lixo no chão, eu e o Rafael apanhámos tudo para os contentores da reciclagem. Todos nós deveríamos ser mais responsáveis e colocar o lixo no seu devido lugar. No contentor azul pusemos o papel e o cartão, no amarelo o plástico e o metal, no verde o vidro, no vermelho as pilhas e os restos de alimentos é matéria orgânica.
Muitas vezes o lixo que deitamos para o chão vai parar ao mar e ao rio, matando outros seres vivos!!
Depois fomos dar um passeio e vimos muito fumo, então chamámos os bombeiros.
No verão, as pessoas deviam ter mais cuidado, não fazerem fogueiras, não atirarem beatas para o chão e limparem os terrenos. Devemos prevenir para que não haja incêndios. Muitos curiosos se juntam para ver os incêndios, o que causa grandes filas de trânsito, originando poluição atmosférica e sonora.
Devemos evitar andar de carro, utilizando os transportes públicos, devemos andar mais a pé e de bicicleta. Assim, também praticamos exercício físico.
Além da poluição sonora também temos a poluição do ar, causada pelos gases que são libertados pelos automóveis, prejudicando assim a qualidade do ar que respiramos. O Ushi sugere ao Rafael:
- Rafael! Que tal irmos plantar árvores? Ao que o Rafael respondeu entusiasmado:
- Sim! Boa ideia! Pois as árvores produzem oxigénio. Todas as pessoas deveriam ter essa ideia: plantar mais árvores!
Mas o Ushi pergunta:
- Como vamos regar as nossas árvores?
- Vamos àquela casa buscar água!
- Não!! Assim vais desperdiçar água! Chamamos um adulto para nos ir tirar água do poço.
E assim fizeram…
Os cuidados que devemos ter para poupar água são: fechar a torneira enquanto lavamos os dentes e enquanto ensaboamos as mãos, tomar duches rápidos em vez de banhos demorados, regar as plantas nas horas de menor sol e só lavar a roupa quando a máquina estiver cheia, evitar fugas de água fechando bem a torneira e reutilizar a água

da chuva.
Depois de um longo dia de aprendizagens, o Rafael acompanha o Ushi à sua casota.
O Ushi contou ao Rafael como é feliz naquela escola:
- Eu sou um cão muito sortudo, pois sei que nem todos os animais têm o mesmo carinho que eu tenho, um lar, comida, cuidados médicos e tantas crianças que brincam comigo e me levam a passear.
- Pois. Infelizmente alguns animais são maltratados, passam fome, frio e muitos são abandonados. Algumas pessoas esquecem que os animais também têm direitos.
Quando as pessoas adotam os animais deviam saber que isso exige muitas responsabilidades. Um animal não é um brinquedo!
O Ushi ficou a refletir sobre este assunto até que o soninho chegou.
Rafael Calixto
USHI E DANIEL DETETIVES AMBIENTAIS
-E se eu fosse descobrir onde mora aquele menino de olhar meigo e sonhador que é da turma 3.ºH e se chama Daniel?
Então, libertei-me daquele pesado cadeado que me mantém preso só quando eu quero e fui, sorrateiro, procurar a casa do Daniel? Descobri que ele morava eu Carrazeda de Ansiães, pois ele vinha todos os dias a pé para a escola. Os meninos que vivem nas aldeias vêm de autocarro ou então de carro com os seus pais. Ainda bem, pois assim não ia cansar as minhas patas para chegar a casa dele. Estava muito entusiasmado com a ideia de poder viver aventuras divertidas com aquele que eu considerava já o meu melhor amigo.

Finalmente consegui chegar até a casa do Daniel ele estava a ajudar a sua mãe e a sua irmã a arrumar a casa. A sua mãe ensina-os a fazer todos as tarefas lá em casa sem diferenças entre rapazes e raparigas. Pediu-me que limpasse bem as minhas patas antes de entrar em casa. É falta de educação quando sujamos aquilo que os outros estão a limpar.
O Daniel, quando terminou as tarefas, foi passear comigo ao
jardim onde ele costuma passar bastante tempo, porque gosta muito de brincar ao ar livre em vez de estar sempre colado em frente do ecrã do computador ou telemóvel. - disse o Daniel.
Eu concordei com ele claro, pois o que eu gosto mais de fazer é correr pela relva fresquinha acabada de regar, fico com as patas bem fresquinhas... sabe tão bem!!!

Depois de termos passado a tarde inteira entre corridas, saltos e muitas mais brincadeiras estávamos os dois muito cansados e aproximava-se a hora de ir para a minha casota. Foi nesse momento que, quando o Daniel me acompanhou a casa para aproveitarmos um pouco mais a companhia pois não sabíamos quando voltaríamos a ter outro momento como este.
Verificámos, no entanto, que se aproximava um homem numa carrinha cheia de lixo que parou na berma da estrada e, sem qualquer problema, despejou-o ali mesmo sem sequer se preocupar se alguém via a sua triste atitude. Ficámos furiosos!
O Daniel decorou todos os pormenores do veículo e do
senhor em causa e pediu à sua mãe para ligar para
as autoridades.

Depois de lhes termos dado todos os pormenores, conseguiram mais facilmente chegar ao senhor que, aliás, eles já andavam a
tentar descobrir quem era, porque todos os dias despejavam
lixo pelas ruas.
A polícia foi ter com ele aplicou-lhe uma grande multa, e obrigou-o a limpar todos os jardins e ruas da vila.
Para podermos ter uma vida longa e saudável, não podemos poluir o meio ambiente além de que dá muito mau aspeto vermos as ruas sujas, além de feio, é muito prejudicial para a saúde de todos. Ficámos muito satisfeitos por termos praticado uma boa ação e, como agradecimento, tivemos direito a um bom lanche. Com esta aventura toda, não tínhamos lanchado e estávamos esfomeados. Eu comi uns biscoitos deliciosos.

Geralmente, eu só como ração por isso aqueles biscoitos souberam mesmo bem. O Daniel comeu uma sandes e bebeu um sumo de laranja natural. Ele preocupa-se em ter uma alimentação saudável para assim crescer forte e saudável e conseguir estudar para ter boas notas.
Chegou a hora de regressar a casa e estava muito cansado, mas também muito satisfeito com todas as aventuras vividas
apenas num dia. Assim que cheguei na minha
casota, adormeci logo tão cansado que estava.
Adorei esta minha aventura! Espero poder
repetir mais vezes.
Daniel Jakhangirov


As Aventuras do Ushi
- E se eu fosse descobrir onde mora aquela menina de olhar meigo e sonhador que é da turma do 3ºF e se chama Sofia?
Então, libertei-me daquele pesado cadeado que me mantém preso “só quando eu quero‘’ e fui, sorrateiro, procurar a casa da Sofia.
A única informação que eu tinha é que era em Lavandeira, então rumei à casa da Sofia. Pelo caminho vi muita poluição nos montes, muito lixo nas estradas, enfim, foi horrível o que avistei! A minha sorte foi que tinha um saco comigo e fiz o que todos devíamos fazer, contribuí na limpeza. Posso não ter conseguido apanhar tudo, mas pelo menos tentei contribuir.

Segui o meu caminho e encontrei um lago muito poluído, encontrava-se cheio de lixo e a água mais parecia petróleo. Os peixinhos estavam a morrer! Para eles sobreviverem, tive a ideia de procurar um balde e, como eu tinha comigo uma garrafa de água, podia colocá-los no balde com água limpa e assim eles sobreviveriam.
Coloquei-me perto do lago. Felizmente, encontrei um balde e meti lá os peixinhos. Mas apesar de não ter comida para eles, decidi levá-los comigo para dar de presente à querida Sofia.
- Onde eu estou? Onde vim parar? - perguntou para si Ushi.
Não sabia onde estava, eu estava perdido. Depois soube que estava numa vila chamada Vila Flor não sabia como podia ter chegado ali.
Mas a vila não era como eu pensava, só via na minha frente fábricas

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