Dedicatória
Aos meninos, meninas e professoras que souberam abraçar o projeto Porto Seguro, desenvolvido no ano letivo de 20/21.
Este ano esperam-nos novos desafios. Espero que se divirtam com algumas das vossas histórias.
Beijinhos professora Filomena

Um projeto transversal, que abrangeu a ciência, o português e a cidadania. Um projeto de articulação horizontal (3.º ano) e vertical com o Clube de Ciência Viva.
Gabriel Rodrigues e Bárbara Coutinho
3.º D
Aquela árvore, que vivia junto ao portão da escola, tinha um longo tronco mas muito fininho, tinha ramos muito esguios que mais pareciam arames e tinha folhas pequenas e muito mirradinhas.
Pedro, que andava naquela escola, tinha por hábito nos intervalos correr à sua volta.
Um dia, olhou para ela e achou que a poderia ajudar a ficar mais forte e robusta.
Parou, junto a ela e resolveu chamar os seus amigos:
- Amigos, venham cá. Esta nossa amiga precisa de ajuda!
Todos em uníssono entoaram:
- Sim, mas o que podemos fazer para ajudar?
- Meninas, vão ao jardineiro pedir um pouco de fertilizante para enriquecer esta terra e alimentar melhor a nossa árvore. Meninos, peguem nos regadores e tragam água pois ela está sequiosa.
Os meninos e meninas foram buscar o que o Pedro pediu. No dia seguinte a professora resolveu ajudar a turma a cuidar da árvore, tendo sido uma azafama com todos os alunos. Uns apanhavam o lixo à sua volta, outros colocavam o fertilizante e por último a professora com a mangueira da escola e o regador terminavam de cuidar da árvore.
Para que o dia se tornasse mais divertido, no final a professora com a mangueira molhou os alunos tendo sido uma brincadeira à volta da árvore.
Por estranho que pareça, no dia seguinte, o tronco da árvore era mais castanho e os ramos mais verdes.
Todos os alunos deram o nome à árvore de “A turma 3º D”.
Por magia, no ano letivo seguinte, a árvore deu umas magníficas flores amarelas que oferecemos às nossas professoras.
A ESTRANHA HISTÓRIA DE UMA
ÁRVORE COM CORAÇÃO DE ARCO-ÍRIS
Matilde Costa, 3.º C
Certo dia, na escola da Bela Vista, os meninos foram fazer um trabalho de pesquisa ao jardim, para o estudarem, e descobrir ideias para escrever um texto sobre a primavera. Viram uma árvore enorme com folhas verdes e um tronco grosso de cor castanho claro.
A única pessoa que viu aquela árvore, de forma diferente, foi o Manuel que adorava a natureza e a escola. Adorava aquela árvore a que ele subia muitas vezes, para passar tempo na sua casa secreta: a casa da árvore.
Ficava ali o dia todo, sem estudar!
Mais tarde, os seus amigos e a professora Maria foram procurá-lo. Os amigos e a professora Maria pegaram
nas cordas e tentaram deitar a casa da árvore ao chão, mas não conseguiram, graças a seu tronco bem forte e robusto.

Manuel, com medo de cair ao chão, subiu ainda mais alto na árvore. Num ramo grosso, e a dormir profundamente, estava o seu gato desaparecido e que já não o via há muitos dias.
- Tareco! - gritou entusiasmado. O gato acordou com o pelo e a cauda no ar e as unhas de fora com o susto que apanhou. Ao ver que era Manuel o pelo que estava eriçado logo amaciou e as unhas, em forma de garra, logo voltaram para o seu lugar. O Tareco, todo contente, saltou para o colo do Manuel, alegre, por ver o seu amigo.

Entretanto, Manuel, viu um fruto estranho que nunca havia visto na sua vida e que brilhava como uma estrela. Como estava a anoitecer decidiu descer e regressar a casa, mas como não quis deixar o gato ali sozinho, pegou nele e levou-o.
Pelo caminho passou por outra escola que tinha um ar abandonado. À entrada estava uma pequena árvore, triste. O Manuel era o único rapaz que conhecia as árvores e as conseguia entender. A árvore contou-lhe uma história que falava de uma menina chamada Mariana e que plantou, naquele exato lugar, uma árvore.
Contudo, como a escola teve de ser evacuada por causa de uma criatura estranha, que até hoje, a assombra, ficou ali abandonada mas a Mariana prometeu-lhe que quando se sentisse só, estaria lá para a apoiar, porém a mãe mudou-a de escola e agora está longe.
Então, o Manuel, pediu ajuda aos seus amigos e transplantaram a árvore, para junto da sua amiga na velha escola do Manuel.
Graças a ação do Manuel, a árvore ficou com o seu coração iluminado e todo colorido como um arco-íris.
A árvore de copa na lua
Leonardo Almeida & Beatriz Sousa 3.ºD
Um dia, quando Pedro viu a sua árvore preferida com as folhas secas, foi pedir ajuda aos seus colegas e à professora. Pensaram e decidiram tratar melhor da árvore e regá-la. Desde esse dia, a árvore começou a ganhar mais folhas que com o passar dos dias, cada vez estavam mais verdinhas.
Passados alguns dias, a árvore após se encher de folhas também começou a ganhar flores e frutos. Os amigos e a professora foram-na regar de novo, mas a árvore estava tão gigante que eles não conseguiam fazer nada. Então, resolveram pedira ajuda aos bombeiros.
Os bombeiros tentaram, mas ela era tão alta que os não conseguiram fazer nada. Então, os bombeiros, pediram ajuda aos senhores das escavadoras e eles conseguiram! Que sorte! Agora a escavadora está na escola todos os dias.
Passado alguns dias, a árvore estava tão alta, mas tão alta que chegava à lua, por isso a árvore ficou anos e anos com a copa na lua.
Passado muito tempo o Pedro começou a ver que a árvore estava demasiado alta, e entretanto começou a adoecer porque ninguém a tratava. O Pedro exclamou:
-Viva!!!A escavadora mais alta e comprida do país, chegou! Who !!!
A escavadora subiu, subiu, pela árvore até à sua copa na lua conseguiu desta forma podá-la e cuidá-la.
Todos os dias a escavadora estava ali para cuidar da árvore de copa na lua.
A Árvore Misteriosa
Vitor Coutinho, 3.º A

Era uma vez um menino chamado Pedro que tinha uma árvore "recém-nascida". Uma luz misteriosa parecia sair daquela árvore. Junto da árvore, um gato preto estava muito admirado a ver aquela luz estranha!
O Pedro andava nessa escola e todos os dias olhava para a árvore. De um dia para o outro a árvore começou a crescer muito depressa e então, os meninos resolveram fazer um baloiço, na árvore. Todos os dias o Pedro ia para o baloiço, mas os seus amigos tinham que ficar à espera que ele saísse porque ele nunca mais saía de lá!
Certo dia, o Pedro, os seus amigos e a sua mãe resolveram construir uma casa na árvore de madeira. Decoraram-na com alguns objetos que o Pedro trouxe de casa. Usaram escadas, cordas, caixas de madeira para levarem tudo para a copa da árvore, ou melhor para casa da árvore. Entretanto, a casa na árvore ficou pronta e ele convidou o seu amigo Ricardo para o visitar.
Passado algum tempo, o Pedro ficou admirado ao ver um estranho fruto na árvore! Pegou nele e desceu, da árvore, com muito cuidado.
No meio da confusão, o gato ficou preso na árvore, e tiveram que chamar os bombeiros para o salvar!
- Miau! - agradeceu o gato depois de estar no colo do Pedro.
Entretanto, as aulas estavam quase a acabar, e num dia de chuva miudinha, a árvore cresceu tanto que ficou sem a sua luz mágica, porém o Pedro continua a
imaginar que a sua árvore sabe falar, andar, saltar, correr!

Passaram-se dias e semanas. A árvore cresceu tanto tanto que ficou com 251metros. O Pedro admirou-se quando a árvore ficou com aquela altura gigantesca!
De manhã, foi mostrar a árvore aos seus amigos, e resolveram chamá-la de "árvore Mutano".
Um nome perfeito para uma árvore verdadeira, mas muito misteriosa!
A casa da árvore
Gonçalo Pereira, 3.º B
Era uma vez um menino chamado João que, ao chegar à nova escola, encontrou uma árvore plantada num pequeno jardim. O João andava na terceira classe, porém gostava pouco de estudar. Certo dia, ao entrar pelos grandes portões da escola, viu ao fundo, no cantinho do recreio, uma árvore com ramos delgados e apenas, com quatro folhas.
Até o gatinho PRETINHO que por lá passava todos os dias estava admirado.

Quando a árvore cresceu, decidiram fazer um baloiço num dos seus ramos mais grossos para se divertirem durante os intervalos. Na construção do baloiço os seus amigos Jorge, Daniel e Paulo ajudaram com muita vontade.
Também sugeriram à professora construir uma biblioteca na árvore. A professora gostou da ideia e todos ajudaram a fazer uma casa da árvore.
Depois de construída, a casa da árvore, levaram todos os livros de histórias para lá, através de cordas e de uma grande caixa.
Um dia o João decidiu trepar mais alto da copa da árvore e encontrou um fruto muito estranho.
O gato PRETINHO, novamente, apareceu, do nada e também se juntou ao João.
Pensaram no que iriam fazer com a semente do fruto. Na escola, gostaram tanto da ideia que decidiram plantar uma nova árvore, mesmo num dia de muita chuva.
E, novamente, o PRETINHO, admirado ficou!
Quando a árvore cresceu, fizeram uma votação para decidirem o que fariam com a nova árvore, e havia várias opções: sala de informática ou sala de jogos. Então, praticamente, todas as turmas votaram na sala de informática, que servia para as turmas irem
aprender a fazer trabalhos no computador e aprender a fazer programação com os micro bit.
Depois da decisão tomada começaram de imediato a construção da nova sala de informática, na árvore. Poucos dias depois já estava pronta a ser utilizada.
Todos os alunos ficaram radiantes com as suas novas salas de aula, nas árvores.
A Maria, o gato Luigi e uma estranha semente
Francisco Leal, 3.ºA
Era uma vez uma menina que se chamava Maria que gostava de andar de baloiço numa árvore. A Maria estava farta de só andar de baloiço, e então, ela e os seus amigos Rui, Tony, Mário e a Professora resolveram fazer uma casa na árvore.
Mal a árvore ficou pronta, a Maria e o seu gato Luigi treparam para a casa da árvore e encontraram um objeto brilhante, verde e redondo. Os dois pegaram nele, mas deixaram-no cair. Desceram da árvore para procurarem, o tal objeto brilhante, verde e redondo, mas não a encontraram. Nesse dia, começou a chover fortemente e os alunos correram para a sala.
O gato Luigi ficou no recreio, pois ao contrário dos outros gatos gostava de água, mas de repente ficou espantado, pois viu a árvore a crescer rapidamente. O gato Luigi percebeu que a tal coisa brilhante, verde e redonda era uma semente.
Quando a chuva parou a Maria e os seus amigos perguntaram ao gato Luigi o que se tinha passado e ele respondeu:
- Miau!! - A Maria percebeu o que se tinha passado. Ela percebeu que aquela coisa brilhante, redonda e verde era uma semente!

Uma verdadeira amizade
Doriana, 3.º C
amizade
Numa noite fria de verão, um menino chamado Mário que era muito comilão e amigo de toda a gente decidiu ir passear com a sua gata Kelly, muito fofa e preta, até junto do jardim da escola.

O menino estava muito contente por ir passear a sua gata. Enquanto ia pelo caminho a cantar belas cantigas, simultaneamente, ia a comer um gelado delicioso de baunilha. Estava uma noite tão escura como carvão, quase não se via nada, à frente do nariz. Quando o Mário ia regressar a casa, nesse instante, viu uma luz forte, brilhante e prateada que iluminava o jardim completamente. O Mário foi em direção à árvore: Era gigante e frondosa, porém quando lá chegou viu um baloiço, pendurado num dos seus ramos. Ficou tão admirado que logo quis brincar nele,
mas estava uma grande fila e ele não queria mandar os seus amigos Maria, Margarida, Jorge e o seu amigo João para o fim da fila, por isso aguardou pela sua vez.

Quando estava a chegar a vez do Mário, para andar no baloiço, o Jorge e o João pegaram-se e quase se atacaram um ao outro, e tudo por causa das duas meninas!
Eles nunca estavam de acordo com nada, mas os dois gostavam da Margarida por ser moreninha e muito inteligente e gozavam com a Maria, só por usar óculos.
Mário ficou tão zangado que subiu para a casa da árvore e ficou a observar. Entretanto aproximou-se a professora Ana com uns livros para guardar na biblioteca da escola, olhou-os seriamente, e deu a cada um dos meninos, um livro, para ler em casa, pois falava sobre a AMIZADE VERDADEIRA.
Mário continuou sentado, no ramo grosso da árvore e por uns largos minutos perdido no mundo da lua, a pensar no que seria verdadeira amizade e, também no quanto admirava a Maria por ela ser tão boa pessoa. Pensou também nos meninos que andavam sempre a gozá-la. Ele queria mudar aquela situação mas não sabia como, por isso continuou triste porque ele valorizava a amizade e sabia que os amigos são muito importantes na nossa vida. De repente, o Mário ouviu um miar e assustou-se, mas também sorriu porque viu a sua gata Kelly, de quem se tinha esquecido, lá em baixo, na árvore!
Quando viu as horas, admirou-se por ter estado tanto tempo no mundo da lua a pensar na Maria e no que seria a verdadeira amizade. O menino desceu da casa da árvore e de repente começou a chover. A sua gata Kelly já estava toda molhada mas acarinhou logo o seu dono. Mário, pegou na Kelly ao colo, abraçou-a, meteu-a dentro do seu casaco e começa a correr para casa. Depois de um banho
,

quente, deitaram-se na cama e a pequena Kelly não parava de olhar para o Mário que estava muito pensativo e distante desde o passeio até a árvore. Mário, depois de tanto pensar decidiu, que no dia seguinte, na escola, ia falar com os meninos que estavam a fazer "bullying" com a Maria e que lhes ia dizer que era muito feio criticar ou comparar a Maria com outras meninas- Decidiu também que iria proteger a Maria dos meninos que gozavam com ela. No dia seguinte, Mário acordou com a sua gata Kelly a lamber-lhe a cara, e ele acordou muito bem e feliz.
Espreitou pela janela e viu um dia bonito, sem nuvens e com um arco-íris lindíssimo. Ao chegar à escola viu os meninos a brincar todos de mãos dadas, a Maria também estava lá, toda feliz com os seus novos amigos. Aproximou-se um pouco mais e viu a professora Ana a dizer que estava muito contente por ver que eles leram o livro e que perceberam o valor da amizade: ser amigo é estar lá nos bons e maus momentos, saber compreender e entender o outro, e não julgar ninguém só pela capa.
A macieira da Escola
Henrique Gonçalves, 3.º A
Era uma vez um menino chamado João que tinha um gato muito gordinho. Certo dia, viu uma planta a brilhar sobre a luz do sol reluzente. Passaram-se noites e dias, dias e noites e o pequeno João exclamou:
- Finalmente! Esta macieira cresceu e vou pendurar nela um baloiço para todos andarem.
Os amigos do João adoraram e, então, apareciam todos os dias depois das aulas para brincarem. Até faziam fila! Certo dia, o João disse aos amigos:
-Hoje vamos tirar o baloiço daqui para construirmos

uma casa na árvore. Mas vou precisar da vossa ajuda.
Os amigos do João adoraram a ideia e logo se apressaram a trazer materiais úteis para a construção. O Jorge chamou a sua mãe que era costureira para fazer almofadas e cortinas de forma a tornar a casa na árvore mais acolhedora.
O João estava feliz!
O Tiago até teve a ideia de utilizar uma roldana e cordas para fazer chegar os materiais ao cimo
da árvore.

A Joana teve a brilhante ideia de aparafusar uma escada para subirem e descerem da nova casa com facilidade.
Nessa noite, o João estava tão feliz que nem conseguiu dormir. Foi para o cimo da árvore colher maçãs e reparou numa pequena semente a nascer no tronco mais alto da sua árvore. Resolveu colher e plantar a semente junto ao portão da sua escola. O jardim ficaria mais belo para todos os seus amigos que tanto o ajudaram. Os anos foram passando e o João teve filhos que andaram na mesma escola que ele frequentou.
Um dia, os filhos perguntaram de onde veio aquela macieira gigante e tão bonita, e o João respondeu:
- Eu ainda era pequeno quando plantei essa semente, nesta escola, para agradecer a todos os meus amigos pela ajuda na velha casa da árvore onde os meninos tanto gostam de brincar, arrumar e limpar e pelo muito carinho com que a tratavam.
A "maçajeira" da velha escola
Alexandra Pinto, 3.º A
Numa escola muito antiga, como muitas outras escolas, onde milhares de alunos aprendem, havia um jardim com um parque infantil e uma laranjeira enorme. Todos os alunos gostavam de brincar e de ficar a descansar, à sombra da árvore rugosa.
Quando as folhas caíam os meninos apanhavam-nas e com elas brincavam e andavam de baloiço sempre a cantarolar músicas para a laranjeira.
Num certo dia de sol, os alunos decidiram que iam mudar a árvore de sítio e resolveram retirá-la pois queriam colocá-la à frente da escola. Puxaram, puxaram e voltaram a puxar com mais força ainda, mas a árvore não se mexia. O João foi até a árvore, levou uma escada, subiu-a e sentou-se num dos seus ramos.
De repente, quase que por magia começou a crescer e a desabrochar uma linda flor e algumas folhas começaram a cair. Nesse instante, o tronco da árvore enorme e rugosa começou a ficar pequenino, quase como que a mingar e cada vez ficava mais e mais
e pequenino .... Até que começou a chover e a árvore de imediato começou a rejuvenescer e a crescer.
- Mas afinal de contas…..ui…. Esperem, é uma macieira! - exclamou o João.
A "maçãjeira" como era chamada pelos meninos começou a dar muitos frutos e os alunos diariamente comiam maçãs e laranjas. Todas quantas queriam e lhes apetecia.
Porém, os alunos não conseguiam comer tudo e então resolveram que iriam ajudar quem necessitava. Por isso, começaram a colocar caixas de maçãs e laranjas à porta da escola para quem quisesse levar e comer.
A "maçãjeira" dava frutos cada vez mais e, pela escola, passavam muitas pessoas com vontade de comer fruta.
O pinheiro Cintilante
Beatriz Aguiar, 3.º A
Um Pinheiro Cintilante
Numa tarde muito escura, as funcionárias da escola de Alvarinha decidiram plantar um belo pinheiro bravo no recreio e informaram que, ao final da tarde, depois das aulas, todos os meninos e meninas da escola poderiam regar a planta.
Quando chegou a minha vez de regar o pinheiro, foi mágico, porque ele começou a brilhar mais do que o sol e todos ficaram maravilhados com a situação.
Eu também não podia acreditar no que estava a ver. Era mesmo mágico!
O tempo foi passando e o pinheiro não parava de crescer cada vez mais, e estava quase pronto para nos ver brincar e crescer.
Em todos os intervalos eu conversava com ele e ele começava a brilhar.
Quando nós estávamos a andar de baloiço, ele ficava a segurar o baloiço para que nós pudéssemos andar seguros de baloiço.
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